best blackjack bonus play online video slots no download casino games casino promotion blackjack blackjackforusplayers.org 5 reel slots There are many online bonus slots new online casino games
download http://www.euro-online.org https://www.euro-online.org

O golpe e o estado de exceção no Brasil direito à livre manifestação sem a violência

Manifesto aberto para assinatura. PARA ASSINAR CLIQUE AQUI! 

Nós, educadores/as populares que participamos e colaboramos com as edições do FREPOP – Fórum de Educação Popular, que surge do Fórum Social Mundial e se realiza desde o ano 2003, nos somamos aos homens, mulheres, jovens, adultos de todas as etnias, confissões religiosas e político-partidárias, engajados no projeto de transformação do País, através da Educação Popular por justiça, igualdade, fraternidade e paz.

Somamos-nos aos jovens estudantes que lutam contra a redução de direitos, ameaçados pela PEC 241 (PEC 55) que retira recursos das políticas públicas de proteção social nas áreas da saúde, educação, previdência social, entre outras pelos próximos 20 anos, atingindo diretamente às camadas populares da sociedade, comprometendo as atuais e as próximas gerações.

Esses lutadores e lutadoras que protestam pelos direitos de todos os jovens brasileiros, enfrentam uma leitura conservadora da Lei que corta água, luz, alimento e visitas dos pais e amigos das escolas ocupadas. Enfrentam o  aparato do judiciário e das policias que promovem métodos de tortura contra crianças e adolescentes desocupando escolas por meio de violência física e simbólica, promovendo a detenção de professores e adolescentes, com interrogatórios sem direito a presença de advogados.

Leer el artículo completo »

“Cartas à Guiné-Bissau: registros de uma experiência em processo”, de Paulo Freire

Décimo e penúltimo audiolivro que o Instituto Paulo Freire disponibiliza para você, todas às terças-feiras. Confira!

 

Mais:

Acervo Paulo Freire

La Carta num 575 CEAAL

– Los muros que ya existían y los desafíos para la Educación Popular. Clic aquí.

– IMDEC. México. Temaca con los padres y madres de Ayotzinapa Clic aquí.
– MP. COLOMBIA. Pronunciamiento público sobre el Modelo de Ciudad y la Política de (Des) Protección a Moradores. Clic aquí
– CIERIC. CUBA. Presentación de experiencias comunitarias dentro de la FIL Habana. Clic aquí.
– ENFOC-CONTAG. Brasil. Levantar as bandeiras de luta e fortalecer a organização sindical da agricultura familiar! Esse é o lema do 12º Congresso Nacional de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares. Clic aquí.
– ACCSS. Guatemala. Equipos de trabajo de ACCSS en taller del Diplomado en Derechos económicos, sociales, culturales, y temas adicionales. Clic aquí.
– Atoj Antoño. Bolivia. Mensaje de Fernando Méndez a propósito del fallecimiento de Elvira de Triana, Madre de Plaza de Mayo. Clic aquí.
– IPC. COLOMBIA. Rechazan asesinato de lideresa social en Antioquia. Clic aquí.
– ASSESOAR. Brasil. Fracking ameaça a maior bacia leiteira do Paraná. Clic aquí.
– CLACSO. Argentina. Becas Marisa Letícia Lula Da Silva, de apoyo a la formación académica de mujeres latinoamericanas. Clic aquí.
– ALAS. Pronunciamiento. ALAS frente al muro de la ignominia. Clic aquí.
– UAB. España. Apoyo para el proyecto ORACLE “Observatorio Regional para la Calidad y la Equidad de la Educación Superior en Latinoamérica”.Clic aquí.
– APU. Argentina. Festival de Poetas Por la memoria la verdad y justicia por el pueblo mapuche.Clic aquí.
– GEAL. Argentina. Desafíos emancipatorios a un año del gobierno de la nueva derecha en Argentina. Artículo de José Seoane. Clic aquí.
– ALER. Ecuador. “Siembras del Buen Vivir”. Clic aquí.
– CEBIAE. Bolivia. Análisis Situacional de los Derechos de la Niñez en Materia de Educación y Protección en el Municipio de La Paz, Bolivia. Clic aquí.

– CEAAL. Reunión del Equipo de Coordinación Estratégica del CEAAL. Clic aquí.
– CUC- OXFAM. Guatemala. Estudio “Dinámicas agrarias y agendas de desarrollo en el Valle del Polochic”. Clic aquí.
– CREFAL. México. Revista Interamericana de Educación de AdultosClic aquí.
– Fundación Land Portal – IPDRS. Holanda. Propiedad colectiva de la tierra en Sudamérica, desafíos y perspectivas. Clic aquí.
– CIPPEC . Argentina. Aprender de las escuelas: una caja de herramientas para directivos y docentes.Clic aquí.
– Acción Educativa Santa Fe. Argentina. Colección de Dictámenes del Ministerio Público Fiscal ante la Corte Suprema de Justicia de la Nación (2012-2017). Clic aquí.
– PLAS – CEAAL. Costa Rica. El empoderamiento de maestros y maestras de Bogotá y su tutora, en su proceso de formación en investigación en la Maestría en Docencia de la Universidad de La Salle. Clic aquí.

Carta aberta pela obrigatoriedade da Geografia no Ensino Médio

A Geografia, como disciplina autônoma, integra o currículo do ensino brasileiro desde o século XIX. Sua presença, considerada fundamental para a formação da cidadania, foi gravemente ameaçada no período da Ditadura Militar, quando a Geografia e a História foram unificadas em uma única disciplina, denominada de Estudos Sociais.
A Medida Provisória nº 746/16, aprovada pelo Congresso Nacional e convertida na Lei nº 13.415, de 2017, que instaura a Reforma do Ensino Médio, comete o grave equívoco ao omitir do texto legal qualquer referência à disciplina, e, principalmente, ao excluí-la da relação de componentes curriculares obrigatórios, instalando fortes incertezas sobre a presença da Geografia nesse nível de ensino.
Não menos preocupante é o rebaixamento das exigências para o exercício da profissão docente, ao permitir a admissão de “profissionais com notório saber”. Além disso, na prática, a Reforma do Ensino Médio está sendo subordinada a um documento (BNCC – Base Nacional Comum Curricular ) que ainda não está concluído, cujo conteúdo final é desconhecido, e que está indicado como referência para a formação de professores.
Diante do exposto, nós, professores de Geografia, contestamos a aprovação da Reforma do Ensino Médio sem consultar a sociedade. E reivindicamos, com muita ênfase, a clara definição da Geografia como componente curricular obrigatório no Ensino Médio.
*1. Carta adaptada da ANPUH.

V Encuentro de Ecología y Educación

Desmontando el pensamiento único para que crezca el bosque

  • Fechas: 25 y 26 de Febrero de 2017.
  • Lugar: MATADERO Nave Terneras (detra?s de la Junta Municipal) 28045 Madrid (ver mapa). Metro: Legazpi. Autobuses: Li?neas 6, 8, 18, 19, 45, 78 y 148.
  • Inscripciones gratuitas: Formulario de inscripción (desde el 18 de enero al 25 de febrero). Agradecemos que hagas tu inscripcio?n con antelacio?n para organizar mejor el evento.
  • [Descargar programa]

Necesitamos una nueva cultura y una nueva educacio?n para los tiempos de deterioro ecolo?gico y social que se avecinan.

Necesitamos una sociedad y un sistema educativo que transiten hacia la justicia y la sostenibilidad.

Corrupción y desastre educativo

Leer el artículo completo »

Carta aberta sobre a obrigatoriedade da História no Ensino Médio

A História, como disciplina escolar, integra o currículo do ensino brasileiro desde o século XIX. Sua presença, considerada fundamental para a formação da cidadania, foi gravemente ameaçada no período da Ditadura Militar, quando se deu a diluição da História na instituição dos Estudos Sociais.

A Medida Provisória nº 746/16, aprovada pelo Congresso Nacional, que instaura a Reforma do Ensino Médio, comete grave equívoco ao omitir do texto legal qualquer referência à disciplina, e, principalmente, ao excluí-la da relação de componentes curriculares obrigatórios, instalando fortes incertezas sobre a presença da História nesse nível de ensino.

Não menos preocupante é o rebaixamento das exigências para o exercício da profissão docente, ao permitir a admissão de “profissionais com notório saber”. Além disso, na prática, a Reforma do Ensino Médio está sendo subordinada a um documento (BNCC) que ainda não está concluído, cujo conteúdo final é desconhecido, e que está indicado como referência para a formação de professores.

Diante do exposto, a Associação Nacional de História – ANPUH-Brasil, contesta a aprovação da Reforma do Ensino Médio sem consultar a sociedade, em particular, os professores. E reivindica, com muita ênfase, a clara definição da História como componente curricular obrigatório no Ensino Médio.

Atenciosamente,

Diretoria da ANPUH Brasil

P.S.: Esta carta foi enviada ao Presidente da República, ao Chefe da Casa Civil, ao Ministro da Educação, à Secretária Executiva do Ministério da Educação e ao Secretário de Educação básica do Ministério da Educação.

Extensão Universitária: Para quê?

Moacir Gadotti

A ideia da curricularização da extensão universitária não é nova. Ela apareceu primeiramente no Plano Nacional de Educação 2001-2010 em suas metas 21 e 23, instituindo a “obrigatoriedade de 10% dos créditos curriculares exigidos para a graduação, integralizados em ações extensionistas”.
Essa obrigatoriedade reapareceu no PNE de 2014-2023, na sua estratégia 7 da meta 12, com a seguinte redação: “assegurar, no mínimo, 10% (dez por cento) do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social”.
Observe-se a existência de importante avanço entre a visão da Extensão Universitária do primeiro para o segundo PNE: o PNE de 2014 sustenta uma visão mais popular e emancipatória, representada pela prioridade que é data à atuação em “áreas de grande pertinência social”.
Esse estudo objetiva refletir sobre as oportunidades que a nova centralidade da Extensão Universitária oferece para pensar a universidade como um todo, tendo a Educação Popular como referencial.

mais

Principios de la Pedagogía Freinet

Funcionalidad, Actividad, Globalización, Conocimiento de el/la alumno/a, Individualización, Socialización, Armonización – Libertad – Orden, Cooperación, Integracion de Experiencias.

FUNCIONALIDAD

La escuela es útil, sirve para dar respuesta a las situaciones de la “vida”. “La educación no es una fórmula de escuela sino una obra de vida”. C. Freinet

ALGUNOS EJEMPLOS DE TÉCNICAS O ACCIONES FAVORECEDORAS DE ESTE PRINCIPIO:

 

ACTIVIDAD

“Los niños y niñas aprenden trabajando. De esta forma construyen su propio aprendizaje. La vía natural y universal del aprendizaje es el tanteo experimental”.   Celestin Freinet

ALGUNOS EJEMPLOS DE TÉCNICAS O ACCIONES FAVORECEDORAS DE ESTE PRINCIPIO:

 

GLOBALIZACION

Es la respuesta docente a la visión global de la realidad que presentan las características psicológicas de los niños y niñas.

ALGUNOS EJEMPLOS DE TÉCNICAS O ACCIONES FAVORECEDORAS DE ESTE PRINCIPIO:

Mas en: M.C.E.P. (Movimiento Cooperativo de Escuela Popular)

Argentina: Reestructuración salvaje en el Ministerio de Educación: el cajoneo de la LEN

a

Hace algunos años, Pablo Pineau, Nicolás Arata, Marcelo Mariño y Belén Mercado publicaron un libro titulado “El principio del fin”, que analizaba la política educativa de la última dictadura militar. En términos generales, organizar un sistema educativo es una apuesta a largo plazo, en el que concurren infinidad de variables, avances y retrocesos, consolidaciones y debilitamientos. Los mejores aliados para una política educativa fuerte son el tiempo y, en él, el sostenimiento de políticas que tiendan a ampliarlo y fortalecerlo. Los peores enemigos, por otro lado, son una vida institucional llena de baches y humos fundacionales que buscan barrer con lo construido previamente. Y ése es el proceso que se vivió durante la segunda mitad de los 70, y que estamos viviendo desde que Esteban Bullrich tomó la conducción del Ministerio de Educación (y ahora, Deportes) de la Nación: el fin de una forma de pensar y trabajar las políticas educativas.

Antecedentes

La tensión más fuerte, en la macropolítica del sistema educativo argentino, es la de centralización/descentralización. La gestión directa de las escuelas –su infraestructura, el pago de los salarios, los conflictos emergentes específicos, los mecanismos de apoyo– están bajo la jurisdicción de las provincias de forma total desde 1991, con la transferencia de los niveles inicial, primario, secundario y superior no universitario. De manera que, desde ese entonces, el Ministerio de Educación de la Nación es objeto de cuestionamientos: ¿Cuál es, específicamente, su función, si no tiene escuelas a cargo? Más acuciante se hizo esta pregunta, en tanto las políticas curriculares –qué materias se dictan, la duración de cada ciclo, los contenidos mínimos, etc.– se consensúan en el Consejo Federal de Educación, que reúne al titular nacional y a los de  cada provincia, para dar cierta unidad al sistema.

Más en fuelapluma.com