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Comunicado ante la creación de una subcomisión parlamentaria para elaborar un “Pacto de Estado Social y Político por la Educación”

El pasado 25 de noviembre los grupos parlamentarios de PP, PSOE y Ciudadanos presentaron a la Mesa del Congreso un escrito solicitando la creación de una Subcomisión parlamentaria “para la elaboración de un gran Pacto de Estado Social y
Político por la Educación”. Debemos, una vez más, insistir en los argumentos que ya expusimos hace meses (aquí) sobre el pacto educativo propuesto por Ciudadanos. Insistíamos en que semejante pacto no era sino la legitimación de las políticas
neoliberales que están destruyendo la educación pública y alterando los fines mismos del sistema educativo, al someterlo a los imperativos del mercado.

Leer comunicado completo

 

Transformar la Secundaria

 

Transformar la Secundaria es un desafío histórico para Argentina.

Una actitud constructiva y participativa es necesaria para movilizar y modificar la situación actual.

Buscar soluciones, impulsar el cambio, incluyendo todas las voces, con el reconocimiento de las responsabilidades y experiencias de los distintos actores y sectores que han trabajado la temática y que están comprometidos e interpelados por la Escuela Secundaria.

Nuestro objetivo es que las propuestas que surjan de los consensos de todos los que participen, sean incorporadas a las prácticas de la comunidad educativa, incidan en la generación de políticas públicas transformadoras y sean acompañadas por la sociedad en su conjunto.

www.transformarlasecundaria.org/

 

Ocupações dizem não à PEC 55!

Desde que foi anunciada, a Proposta de Emenda Constitucional 55 tem sido fortemente combatida pelo movimento estudantil, que chegou a ocupar mais de 1000 escolas de norte a sul do país,reascendendo o pavio da Primavera Secundarista.

Reafirmando seu caráter autoritário, o governo ilegítimo de Michel Temer tem buscado desarticular as ocupações através de ameaças e da violência policial. Apesar da repressão, os manifestantes têm resistido e as ocupações, que alcançavam mais de 600 estabelecimentos de ensino e espaços públicos nas últimas semanas, seguem crescendo nas universidades.

Para a UBES, o projeto imposto pelo governo golpista é um grave retrocesso por promover a precarização da educação pública ao limitar os investimentos destinados ao ensino. Para Daniel Cara, membro titular do Fórum Nacional de Educação e coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, “a PEC dos gastos primários do Governo Federal, é na verdade, a PEC que impõe um teto aos investimentos em saúde, educação, assistência social, cultura, ciência e tecnologia. Trata-se de projeto de desigualdades”, afirmou em entrevista à entidade.

De acordo com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a PEC 55 representa “um ataque aos direitos humanos”. A procuradora dos Direitos do Cidadão, Débora Duprat, relembra que o texto da proposta coloca em risco os direitos constitucionais da povo, como o acesso à saúde e à educação.

Relembre e entenda os 6 motivos por que a UBES é contra a PEC 55. 

Un gobierno soberbio más que soberano

La impugnación del Gobierno de la proposición de ley aprobada en el Congreso, sobre la suspensión del calendario de implantación de la LOMCE, le incapacita para conseguir un pacto educativo.

Los últimos movimientos del gobierno de PP, con la pretensión de invalidar una decisión del Congreso de los Diputados, demuestran que, lejos de intentar alcanzar el consenso en leyes como la LOMCE a través de la consecución de un pacto educativo, seguirá manteniendo un estilo de gobierno autoritario que desprecia el diálogo con el resto de los partidos políticos y con la comunidad escolar, a pesar de encontrarse en minoría.

más

La Carta CEAAL num. 571

– Una vida sin violencia para las mujeres, es urgente y necesaria. Clic aquí.

– CLADE. IX Asamblea Regional de la CLADE culminó con un llamado a la lucha por una educación emancipadora y garante de derechos. Clic aquí.

– Argentina. Carlos Zagni Comparte un artículo de Alejandro Grimson sobre el triunfo de Trump y lo que él considera el tiro de gracia a la globalización. Clic aquí.

– Venezuela. En Venezuela, desde una experiencia rural transitamos hacia la equidad de género. Clic aquí.

– CLACSO. Declaración de Caracas. Clic aquí.

Leer el artículo completo »

A nova escola dos golpistas

A ONG Ação Educativa acaba de publicar um livro que deve interessar a todos e todas que desejam entender o que se passa hoje na educação brasileira: “A ideologia do movimento Escola Sem Partido – 20 autores desmontam o discurso”.
Criado em 2004, o movimento Escola Sem Partido (ESP) ficou mais visível nos últimos anos. Em 2015, ao lado do Movimento Brasil Livre e Revoltados Online, o ESP foi às ruas pedindo o impeachment de Dilma. Segundo um dos 20 autores que escrevem neste livro, Salomão Ximenes, o ESP é “a mais ruidosa articulação social que se constituiu contra o reconhecimento, no Brasil da diversidade enquanto componente necessário do direito à educação escolar” (p. 50).
A ofensiva contra a política educacional implementada a partir de 2003 (é de 2003 a alteração da LDB que instituiu o ensino de História e Cultura Afro-brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio), começou, abertamente, pela mídia, em 2007, criticando o suposto “pensamento de esquerda” dos livros didáticos, comenta outro autor, Roberto Catelli Jr (p. 85). Catelli cita o jornal O Globo e a Revista Época. Na prática, o que o ESP fez foi retomar, em 2014, o debate sobre a “ideologia nos livros didáticos” fomentada pelas Organizações Globo.

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Crónicas de viaje: viajando al Brasil en tiempos de Temer

Por Alberto Crocce
El boeing 737-700 de Aerolíneas Argentinas que me lleva de regreso a Buenos Aires ya alcanzó la altura suficiente para permitirme escribir arriba del avión. Hace apenas unas horas que terminó la conferencia regional y la Asamblea de la Red Latindadd que me trajo a Porto Alegre, Brasil.
Elegimos en la red realizar en esa ciudad la reunión para tratar de comprender mejor lo que está sucediendo en este querido país, en estos tiempos de “golpe blando”, como algunos le dicen, o secillamente “golpe”, como lo creo yo.
La situación es realmente compleja. Y tampoco pretendo en cuatro o cinco días poder tener una visión completa. Pero, a pesar de todo, en tiempos de silenciamiento mediático, siempre es bueno compartir algo de lo que uno va viendo.
          Lo grueso es darse cuenta que los sectores de derecha han “tomado” por la fuerza el gobierno del vecino país. Se han instalado en Brasilia los “machos rubios, ricos y violentos”. Así de brutal.

FÓRUM SOCIAL DAS RESISTÊNCIAS Democracia e Direitos dos Povos e do Planeta

FÓRUM SOCIAL DAS RESISTÊNCIAS
Democracia e Direitos dos Povos e do Planeta
17 a 21 de Janeiro de 2016 – Porto Alegre – RS

Convite:

Conforme já anunciado no FSM2016, em Montreal, estamos convidando à todas e todos para se somarem num esforço para a realização de um FÓRUM SOCIAL DAS RESISTÊNCIAS – por democracia e direitos dos povos e do planeta – a se realizar de 17 a 21 de Janeiro de 2017, em Porto Alegre/Brasil. A data é em contraposição ao Fórum Econômico de Davos, evento que congrega o pensamento neoliberal responsável pela crise civilizatória que a humanidade vive. A proposta é uma iniciativa de vários organizações e movimentos sociais brasileiros em diálogo com atores e atrizes sociais da América Latina e do Mundo.

A proposta é que o Fórum Social das Resistências possa cumprir a tarefa de favorecer a ampliação das atrizes e atores sociais no entorno do FSM, contribuir no debate político estratégico que ocorre no âmbito do próprio Conselho Internacional. Neste sentido, a dinâmica proposta visa integrar os debates e atividades com os temas em debate no Conselho Internacional.

Inicialmente, propomos que no dia 17 de janeiro de 2017 haja um grande ato internacional em defesa das lutas e resistências no Brasil, na América Latina e no Mundo. Já, nos dias 18 e 19 de janeiro de 2017 sejam dedicados para grandes debates das temáticas centrais do processo do FSM em eventos abertos para todos. Já, os dias 20 e 21 de janeiro de 2017 seriam reservados para as discussões próprias do Conselho Internacional.

Por outro lado, é fundamental ressaltar que diante do delicado cenário político brasileiro que enfrenta um golpe de Estado, as organizações e movimentos sociais estão resistentes a acessar recursos públicos que historicamente financiaram os Fóruns Sociais no Brasil. Estamos dando início a um grande esforço de captação de recursos via formação de um fundo de solidariedade institucional das organizações brasileiras e internacionais, notadamente aquelas do CI que se dispõem em contribuir.

Aproveitamos para fazer um pedido amplo às organizações membro do CI que possam se somar aos esforços de captação de recursos para a reunião escrevendo para di@abong.org.br (Maíra) para que a gente forme uma equipe que trabalhe coletivamente as possibilidades de financiamento junto à cooperação internacional.

O Fórum Social das Resistências está em fase de organização, maiores informações na sequência.

Comitê Organizador do Fórum Social das Resistências
Abong – Ação Educativa – CAMP – CEAAL – CEBs – Clacso – CNJP – CTB – CUT – FALP – FMEducação – FS das Pessoas Idosas – FMML – FREPOP – FUNPOTPMA – Ibase – IDhES Instituto – Instituto Ethos – Instituto Parrhesia – IPF – Geledés – MMM – MNLM – Movimento Comunitário – Profetas da Ecologia – RECID – SEMAPI – Sindicato dos Artesões – UBM – UGT –UNEGRO – UNIVENS – Vida Brasil – VPoa

https://www.facebook.com/F%C3%B3rum-Social-das-Resist%C3%AAncias-1796967160591248/