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Dossiê Escola sem Partido e Formação Humana

O projeto de lei 867/2015 foi apresentado à Câmara dos Deputados pelo deputado Izalci Lucas, do PSDB/DF, em 26/03/2015. Foi recebido pela Comissão de   Educação do Congresso em 06/04/2015 e pela Comissão de S  eguridade Social e Família   em 09/05/2016, e atualmente aguarda parecer de Comissão Especial. Esse projeto de lei   inclui, entre as diretrizes e bases da educação nacional, o chamado “Programa Escola   Sem Partido.”

No Senado Federal também tramita outro projeto de lei de mesmo teor: trata  –  se   do projeto de lei 193/2016, apresentado ao Senado em 03/05/2016 pelo senador e pastor   Magno Malta, do PR/ES. Esse projeto Leer el artículo completo »

XXIX Escoleta de la tardor

A Carcaixent del 20 al 23 de Setembre tenim la cita anual amb l’Escoleta.

Des del web del Coderi podeu accedir a la preinscripció de la XXIX Escoleta de la Tardor: www.coderi.org

En defensa de la educación pública.

La Red Latinoamericana de Estudios Sobre Trabajo Docente – RED ESTRADO- y la Internacional de la Educación para América Latina -IEAL- como parte de la conmemoración del natalicio de Paulo Freire, han convocado a educadoras y educadores, instituciones, colectivos y organizaciones de estudiantes, sindicatos y gremios, organizaciones políticas, culturales y sociales para que el próximo 19 de septiembre renueven y activen los compromisos de hacer efectiva la función social de la educación y la praxis pedagógica liberadora y emancipadora.

Nós Educadores e Artistas, Sonhadores Que Somos!

Neusa Maria da Rocha Ribeiro.  Professora de Teatro, Graduada em Arte Dramática. DAD/UFRGS. Educadora da Rede Municipal de Porto Alegre, RS.

Sem dúvida, hoje mais que nunca a educação e a cultura estão amalgamadas às discussões que envolvem a construção dos saberes para a criação de um outro ser humano. É impossível não discutir esta temática, principalmente porque ela é ponto essencial da resistência às forças retrógradas que vêm nos impedindo de avançar verdadeiramente na direção de um projeto mais inclusivo de sociedade.

O Fórum Mundial de Educação apresenta-se desde o seu surgimento como um evento singular, cujos atores imprimiram no ato de dialogar sobre o tema da educação uma importância ainda não dimensionada no tempo e no espaço. Através do Fórum diversas culturas e expressões pedagógicas puderam ter  visibilidade e acolhimento. Leer el artículo completo »

¿Qué hacer ante la deriva de los medios de comunicación social?

¿Qué hacer ante la deriva de los medios de comunicación social?

Pere Polo Fernández.

Presidente de Ensenyants Solidaris.

Hace unos días estaba reflexionando sobre la deriva que habían tomado los medios de comunicación. Dejaron de ser el cuarto poder para convertirse en el brazo armado de los poderosos y de los poderes establecidos.

Quería reflexionar sobre la influencia y manipulación que están llevando a cabo en estos tiempos. Quitan y ponen gobiernos a su antojo o hacen caso omiso ante la violación de los derechos humanos en según qué países.

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Fortalecimento permanente dos espaços de resistência. Roberto Franklin de Leão

CONTRIBUIÇÃO DO PROFESSOR ROBERTO FRANKLIN DE LEÃO PARA A EDIÇÃO DE Nº 100 DA REVISTA ALMANAQUE, REVISTA VIRTUAL DO FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO

Em tempos de permanente ataque aos direitos dos trabalhadores em todo o mundo, aqui incluídos os trabalhadores em educação, não pode haver outro mote de ação para todos nós do que o fortalecimento permanente dos espaços de resistência, sejam eles subnacionais, nacionais ou internacionais. A resistência política hoje se coloca como um imperativo ético diante de tamanhos retrocessos a que estamos submetidos em todos os campos da vida social humana.

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Educar para outros mundos possíveis: O mundo não muda se a educação não mudar

IMG_8325Educar para outros mundos possíveis:

O mundo não muda se a educação não mudar

                                                                                                              Sheila Ceccon[1]

A primeira edição do Fórum Mundial de Educação(FME) aconteceu em outubro de 2001, tendo como tema central “Educação no mundo globalizado”. Já naquela ocasião, Bernard Charlot afirmava que “a redução neoliberal da educação ao estado de mercadoria ameaça o homem em sua universalidade humana e em sua construção como sujeito”. Dezesseis anos se passaram desde então e a mercantilização da educação avançou muito, ganhou espaço, conquistou corações e mentes.

O desafio que motivou a criação do FME continua forte. Continuamos precisando somar forças para, juntos/as, fazermos frente à crescente mercantilização da educação e buscarmos garantir educação com qualidade social, pública e gratuita, para todos e todas, no mundo todo. Leer el artículo completo »

Almanaque e o FME. Moacir Gadotti

Cara Leslie e caro Albert,

 Felicito a ambos pela iniciativa séria e militante da criação e continuidade do Almanaque que chega ao seu número 100. Estou muito feliz por mais essa conquista de um movimento jovem como é o Fórum Mundial de Educação que sempre se constituiu num espaço de construção de novas alianças, novas redes, formação de campanhas, um espaço de estruturação de alternativas à educação neoliberal.

O FME nasceu, em 2001, junto ao FSM, como espaço de inclusão, que congrega pessoas e organizações em torno de uma plataforma mundial de lutas em defesa do direito à educação emancipadora, contra a mercantilização da educação. A construção de uma alternativa ao projeto político-pedagógico neoliberal é um sonho ousado, mas possível, necessário e urgente, como era há 17 anos atrás. Leer el artículo completo »

Espacios de resistencia y fortalecimiento educativo hoy

Espacios de resistencia y fortalecimiento educativo hoy

Julio Rogero Anaya

Agosto de 2017

Partimos de una situación de “emergencia democrática”. El dominio del “capitalismo absoluto” es tan abrumador que tenemos el riesgo de aceptarlo sin más, como una maldición ineludible. Sus secuelas se ven en todo el mundo con los avances de muchos aspectos de la vida social, culturales y políticos que creíamos superados y casi olvidados. La realidad nos va mostrando que el dominio descarnado y brutal del capitalismo neoliberal destruye todos los sueños de los pueblos que vieron pequeños avances que mostraban que otro mundo es posible. La destrucción de lo colectivo, lo común y lo público sigue avanzando. La eliminación de los derechos humanos se plasma en las privatizaciones y la mercantilización de la educación, la sanidad, los servicios sociales, en las dificultades crecientes de acceso a un trabajo digno, a una vivienda, a una mínima garantía de una vida digna de ser vivida. La precariedad del vivir se extiende a una parte importante de la humanidad con la destrucción de esos derechos.

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