Estudantes e educadores celebram Paulo Freire

Encontro debateu projeto de Lei que defende Paulo Freire como patrono da Educação Foto: Freireando Porto Alegre/Divulgação

Por Clarinha Glock  Extraclasse

Salas e pátio da Faculdade de Educação da Ufrgs (Faced) foram ocupadas no sábado, dia 19 de outubro, por estudantes, educadores e educadoras, trabalhadores e trabalhadoras, ativistas sociais, crianças e adultos, curiosos da comunidade e dos arredores para exercitar dois verbos que não estão nos dicionários tradicionais, mas que se ouviu em todos os cantos do encontro: “freireando” e “esperançar”. Embalada pelos acordes de jovens da Orquestra São Francisco da Lomba do Pinheiro, e pelos tambores do grupo de percussão do Centro Municipal de Educação dos Trabalhadores (CMET) Paulo Freire, entre cirandas e abraços, conversas, relatórios, oficinas, sessões de cinema, exposições, lançamento de livros, foi lançada em Porto Alegre a Campanha Latino-Americana e Caribenha em Defesa do Legado de Paulo Freire organizada pelo Conselho de Educação Popular da América Latina e do Caribe (Ceaal). Ao final do encontro, foi feita a leitura pública do Manifesto da Campanha.

“Paulo Freire disse: não perder a esperança, no sentido do verbo “esperançar”, ou seja, continuar agindo a partir das práticas cotidianas, resistindo e acreditando que a história se dá num movimento de aspiral”, explicou o educador Pedro Pontual, presidente honorário do Ceaal. “Estamos num momento de retrocesso, mas desde que a gente continue atuando, seja na escola, na comunidade, no sindicato, onde estiver, promovendo processos de formação de consciência crítica, de organização, de formação de sujeitos, em algum momento essa aspiral voltará a um sentido democratizador. Não sabemos que momento será esse, mas ele voltará”, afirmou. Sigue leyendo

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Políticas e prioridades para educação básica dos governos estaduais eleitos em 2018: para onde os sistemas estaduais caminham?

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SUMÁRIO

  • PREFÁCIO João Ferreira de OliveiravRomualdo Portela de Oliveira9
  • APRESENTAÇÃOvAndrea Barbosa Gouveia 13
  • PARA ONDE CAMINHAM AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS DOS ESTADOS BRASILEIROS EM 2019?Márcia Angela da Silva AguiarvTheresa AdriãovLuciana Rosa Marques16

 

PARTE I

POLÍTICAS E PRIORIDADES EDUCACIONAIS DOS GOVERNOS ESTADUAIS DA REGIÃO NORTE: PARÁ E TOCANTINS

  • POLÍTICAS EDUCACIONAIS NO ESTADO DO AMAZONAS NO GOVERNO DE WILSON LIMA: CONTINUIDADE OU RUPTURAS COM A VELHA POLÍTICA LOCAL?vAngela Maria Gonçalves de OliveiravSirlei Adriani dos Santos Baima ElisiáriovGracimeire de Castro Torres21
  • POLÍTICAS E PRIORIDADES PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA DO GOVERNO DO PARÁ 2019 – 2022: AÇÕES INICIAISvDalva Valente Guimarães GutierresvRubens da Costa FerreiravPaulo Sergio de Oliveira Alvares40
  • IPOLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS NO TOCANTINS 2019-2022: PARA ONDE CAMINHA O SISTEMA ESTADUALvRosilene Lagares62

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Allioli 273 Renovació Pedagògica, Memòria i Compromís

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Os desafios da formação de professoras e professores para a escola do século XXI

A Setorial de Educação do PT RS está promovendo um ciclo de debates sobre a educação. Serão 4 encontros, sempre às segundas-feiras, no Clube de Cultura (Ramiro Barcelos 1853) com início previsto para às 18h30. As atividades são gratuitas e não é necessário realizar inscrição. *Na primeira atividade* o tema abordado será _os desafios da formação de professoras e professores para a escola do século XXI_.
Participe das atividades e contribua na divulgação.
Mais informações em: https://www.facebook.com/events/2438880722862328/

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La igualdad allá, en el horizonte

Elena Simón  El diario de la Educación

No es de recibo que la igualdad siga sin aprenderse en la escuela y que, por el contrario, la desigualdad siga patente (en el currículo formal) o latente (en el currículo oculto).

De los tres principios que rigen las democracias modernas –y vigentes aún, en cierto modo– es el de la Libertad el que se enarbola continuamente, para justificar que en las democracias la suerte que corremos cada persona (con derechos y deberes) es producto de la voluntad, habilidad y empeño personales, así es que lo que te vaya bien a ti te lo achacaremos en exclusiva y lo que te vaya mal, también.

Da la impresión de que la falta de recursos y oportunidades nos la hemos buscado. Ello nos convierte en mayorías desempoderadas, mientras las minorías poderosas fomentan el acopio de ganancias, tanto materiales como simbólicas, empobreciendo así a las mayorías. El principio de Igualdad no interesa lo más mínimo a quienes disfrutan del poder, aunque éste sea nimio. En la actualidad tenemos un retrato fehaciente de esta última frase: cuando se vota debemos creer que nuestro voto irá a parar a quien marcamos en la papeleta para que gobierne en nuestro nombre y nos represente con arreglo a lo que votamos. Pero ya sabemos que no es así: que todo depende de los juegos de tronos a donde vayan a parar nuestros votos. Y, puede ser que nuestro propio voto no nos represente a la hora de la verdad.

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La educación pública a debate, la hora de las propuestas alternativas

Jaume Carbonell. El Diario de la Educación

Menudean y cansan los encuentros educativas donde la nota dominante son las quejas y la retahíla de lamentaciones; la publicación de libros y artículos donde no se hace otra cosa que mostrar la degradación de la escuela actual, añorando la de otros tiempos que se califica de idílicos -una fake news, como se dice ahora-; o los debates educativos donde se acusa al neoliberalismo de ser el causante de todos los males de la enseñanza -otra mentira-. Es evidente que hay quejas y, sobre todo, críticas muy bien fundamentadas, y que hay que estar muy atentos a todas las incursiones y efectos de las políticas neoliberales, pero lo que es frustrante es que en estos espacios casi nunca salen propuestas alternativas en el horizonte de una transformación educativa y social que recoja lo más valioso de nuestro patrimonio pedagógico, mejore el presente y proyecte el futuro, con un ojo atento a la realidad y el otro soñando con la utopía.

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O desafío de Garantir o Direito à Educação

As inscrições podem ser realizadas no link:
http://bit.ly/InscricoesSeminarioDesafioEducacao 

Programação:
  • 9h – Abertura com Apresentação cultural
  • 9h15 – Manifestação da Comissão de Educação
  • 9h45 – Primeira mesa – Educação é um direito
    Palestrantes:
    Prof. Drª Vera Peroni – UFRGS
    Prof. Dr. João Batista Saraiva – Fund. Escola do MP/RS

Debates

  • 12h Intervalo
  • 14h – Apresentação Cultural
  • 14h30 – Segunda mesa – Educação é investimento
    Palestrantes:
    Prof. Dr. Ladislau Dowbor – PUC/SP
    Prof. Drª Nalu Farenzena – UFRGS

Debates

  • 17h – Apresentação Cultural
  • 17h30 – Terceira mesa – O desafio da qualidade
    Palestrantes:
    Prof. Dr. Dante Henrique Moura – IFRS
    Prof. Drª Edla Eggert –  PUC/RS
    Prof. Drª Sônia Rosa – Coordenadora 27 CRE/RS

Debates

  • 20h – Encerramento

 

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II SEMINÁRIO Redefinições das fronteiras entre o público e o privado: implicações para a democratização da educação

O Grupo de Pesquisa Relações entre o Público e o Privado em Educação (GPRPPE/UFRGS) realizará a II reunião ampliada de pesquisa com pesquisadores brasileiros e latino-americanos que fazem parte do projeto “A Relação Público-Privado na América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Uruguai e Venezuela”.

Com o intuito de ampliar a participação aos demais pesquisadores da área, realizaremos o II Seminário Redefinições das fronteiras entre o público e o privado: implicações para a democratização da educação, que ocorrerá entre os dias 25 a 28 de novembro de 2019, na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre/RS. Destacamos que serão aceitas somente inscrições de candidatos que tiverem seus trabalhos aprovados.

DATAS IMPORTANTES:

Submissão de trabalhos: de 1 de junho a 15 de julho

Divulgação dos trabalhos selecionados: 15 de agosto

Inscrições vinculada ao aceite de trabalho: de 15 de agosto a 15 de outubro

mais: Grupo de Pesquisa Relações entre o Público e o Privado em Educação

 

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Miguel Arroyo: Escolas militarizadas criminalizam infâncias populares

Para o sociólogo e educador espanhol, governo aposta em discurso de medo, exceção e ameaça para questionar as escolas públicas

 O anúncio do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares apresentado pelo governo Bolsonaro no início do mês se apoia em duas narrativas principais: a de que, sob gestão dos militares, as escolas conseguirão resolver a questão da violência – motivo pelo qual o plano considera aplicar a militarização em territórios mais vulneráveis – e ainda produzir melhores resultados educacionais, a partir de mais regras e disciplinas no ambiente escolar.

As justificativas não convencem o sociólogo e educador espanhol Miguel Arroyo, que vê o modelo com preocupação. Para ele, há perguntas anteriores que devem ser feitas antes de substituir educadores e gestores educacionais por militares e levar a lógica da militarização a esses espaços. “Por que há violência nas escolas e qual ideal de educação temos?”, questiona.

Em entrevista a CartaCapital, o educador explica o modelo de escolas militarizadas como parte integrante de uma política vigente de “criminalização dos mais pobres”, que questiona as estruturas democráticas, sobretudo as escolas, a partir de um discurso de medo, exceção e ameaça.

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El Movimiento Sem Terra (Sin Tierra): una experiencia pedagógica alternativa

Fotos: Albert Sansano

Fotos: Albert Sansano

Jaume Carbonell   El diario de la educación

La escuela se concibe como un taller de formación humana; gestión colectiva del centro mediante la participación directa de educadores y educandos en la toma de decisiones.

El MST (Movimento Sem Terra),  surge de la articulación de las luchas por la tierra y la reforma agraria en la década de los  setenta, con ocupaciones, campamentos, marchas, conquista de escuelas y actividades de formación, etc.

Dispone de una pedagogía que va más allá de cada persona y se funde en la construcción de una identidad colectiva -soy mujer, soy negra, soy campesino, soy educadora,…- que combina teoría y práctica. Para el MST educar es humanizar, es cultivar el aprendizaje de cómo ser humano. Uno de sus retos pedagógicos es lograr una nueva síntesis cultural entre pasado, presente y futuro, compartiendo relatos, palabras y símbolos: los más diversos lenguajes. Por eso siempre está presente la memoria histórica y la utopía.

Entre sus principios pedagógicos cabe mencionar los siguientes: las personas se educan aprendiendo a conocer para resolver; las personas se educan aprendiendo del pasado para proyectar el futuro; las personas se educan en colectividades -de ahí la importancia de la convivencia y la construcción de identidades, valores y conocimientos; se educa a través de la conducta de las personas mayores; la escuela se concibe como un taller de formación humana; gestión colectiva del centro mediante la participación directa de educadores y educandos en la toma de decisiones.

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