Ao atacar universidade, Bolsonaro visa uma juventude que lhe é hostil, diz Safatle

Carta Capital. Educação

A revista francesa L’Obs traz em sua edição desta semana um artigo de opinião do filósofo brasileiro Vladimir Safatle. O professor da USP explica os anúncios de cortes no orçamento da educação no Brasil feitos pelo governo de Jair Bolsonaro e diz que as universidades do país se tornaram um alvo para o presidente.

Em texto de página inteira, o filósofo detalha as medidas anunciadas pelo governo, com destaque para o corte no orçamento das universidades federais e a intenção do chefe de Estado de suprimir alguns cursos de ciências humanas. “Ao reduzir as subvenções dos departamentos de filosofia e sociologia, o novo presidente visa uma juventude que lhe é hostil”, afirma Safatle.

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Manifesto dos participantes do XIX Congresso Internacional de Educação Popular …

Nós, participantes do XIX Congresso Internacional de Educação Popular – MOBREC-SM, do XXVIII Seminário Internacional de Educação Popular MOBREC-SM, do VI Seminário Internacional de Educação Profissional do IFFar e do I Seminário Internacional de Educação Profissional da UFSM manifestamos nossa defesa da Educação Pública e Popular e reafirmamos nosso compromisso com essa educação, por entendermos que ela é a chave para a construção de uma sociedade inclusiva, democrática, plural, sustentável e justa.

Para avançarmos cada vez mais na manutenção da qualidade dos serviços educacionais prestados pelos institutos federais e universidades públicas é fundamental que os recursos a eles destinados sejam concebidos como investimento e não como gasto. Por este motivo, vimos manifestar o nosso desacordo com os cortes anunciados pelo governo federal, tendo em vista que o orçamento de 2019 foi aprovado em 2018.

Não podemos silenciar diante do sucateamento da educação, principalmente do Ensino Básico, direito subjetivo de toda a população brasileira e dever do Estado. Não compactuamos com a precarização do trabalho do/a professor/a que serão duramente afetados por estas ações. A drástica redução dos recursos compromete significativamente o avanço de pesquisas, a extensão universitária, o atendimento nas escolas de aplicação e hospitais universitários e, até mesmo, a manutenção dos serviços básicos nas universidades públicas e institutos federais, refletindo na qualidade da Educação Básica.

Para além das questões relativas ao anunciado contingenciamento, reiteramos também a nossa preocupação com o cerceamento do pensamento plural e com as práticas persecutórias que visam amordaçar os educadores e educadoras, inibindo a autonomia, tão necessária ao desenvolvimento de práticas pedagógicas emancipadoras.

Por fim, manifestamos veementemente a nossa indignação diante do desmonte que vem sendo imputado à educação pública, motivo pelo qual reafirmamos nosso compromisso com a luta em defesa da liberdade de pensamento de professores/as e estudantes, da autonomia das instituições públicas de ensino no país e das práticas educacionais emancipadoras.

Participantes do XIX Congresso Internacional de Educação Popular – MOBREC-SM, do XXVIII Seminário Internacional de Educação Popular MOBREC-SM, do VI Seminário Internacional de Educação Profissional do IFFar e do I Seminário Internacional de Educação Profissional da UFSM

Manifesto

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Semana de Ação Mundial 2019 mobiliza 200 mil pessoas em defesa do PNE

Campanha Nacional pelo Direito a Educação

Foram mais de 1.200 atividades autogestionadas realizadas por educadores, estudantes, dirigentes, coletivos e ativistas autônomos, espalhadas pelos 26 Estados e o Distrito Federal, durante a Semana de Ação Mundial 2019. Em uma semana de mobilização, mais de 190 mil pessoas foram informadas, sensibilizadas e convidadas a participar do monitoramento do Plano Nacional de Educação (PNE) e da defesa de uma nova proposta para o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), permanente e mais robusto.

Com o tema “Educação: já tenho um Plano! Precisamos falar sobre o PNE”, a Semana de Ação Mundial aconteceu entre os dias 02 e 09 de junho, com atividades acadêmicas, educativas e políticas, realizadas em diversos locais, como escolas, praças públicas, bibliotecas comunitárias, universidades e secretarias municipais e estaduais de ensino, entre outros, com o objetivo de debater o balanço das metas no quinto ano do PNE, vigente de 2014 a 2024.

“As 1200 atividades registradas demonstram muito mais que esse número, dado que o registro é realizado por um responsável pela atividade e muitas outras pessoas se unem ao debate. As ações, em grande parte político-pedagógicas, são de muita qualidade, gerando uma formação desses sujeitos, residentes em todos os estados do país, em torno da principal legislação para a área e isso reverbera através dos participantes para ainda outros, pois se tornam multiplicadores. É a formação de uma onda de cidadãs e cidadãos conscientes e envolvidos pela garantia do direito à educação no país”, analisou Andressa Pellanda, coordenadora executiva da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

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John Dewey (a propósito de “la fiesta de la democracia”)

Jaume Martínez Bonafé El diario de la educación

Si la democracia ha de liberar y cultivar la inteligencia, la escuela es el lugar en el que ese proceso se construye. Pero no puede haber aprendizaje de la democracia en una escuela que no sea democrática.

Estos días pasados se nos ha bombardeado desde los medios de comunicación y las declaraciones de diferentes líderes políticos con “la celebración de la fiesta de la democracia”, haciendo referencia a la reciente convocatoria electoral. Parece oportuno recordar, en tiempos en que las palabras pierden su sentido original y su fuerza más real, a uno de los autores que más ayudó a pensar la democracia y a relacionarla, además, con la función educativa.

Para Dewey la democracia no era una forma de gobierno sino una forma de vida social. Una sociedad democrática es móvil, cambiante, activa, conflictiva, tolerante, armónica (de todas estas maneras encontramos en Dewey acepciones a la democracia) y requiere de sus miembros inteligencia, compromiso e interacción positiva con el otro a fin de construir una comunidad justa e inclusiva. Esta capacidad humana debe ser educada, aprendida, haciendo democracia, es decir, resolviendo los problemas concretos que plantea la vida democrática. Y es en ese proceso, siempre social e inacabado, en el que se cultiva y desarrolla la inteligencia como función específica que dirige nuestros modos de comportamiento. Conviene recordar que Dewey era profundamente crítico con la sociedad industrial por la conformación rutinaria, pasiva, objetivada y mecánica del modelo de vida y de aquí la necesidad de la democracia como posibilidad de transformación de ese modelo de vida.

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Cultivar tu propios alimentos, asignatura obligatoria en todos los colegios

La jardinería es una forma artística que se llega a amar especialmente si te encuentras con ella desde que eres pequeño. Eso es lo que lo que esta escuela ofrece. La Escuela Waldorf de Cape Cod ha iniciado un programa de jardinería para sus alumnos que deben ser fuente de inspiración para todos. La experiencia de esta escuela es fantástica.

El invernadero de 7 x 14 metros es el centro de toda la actividad. Allí, los niños se encuentran cultivando zanahorias, espinacas, coles rizadas y otras verduras, incluso hierbas medicinales. En el proceso, todos aprenden los beneficios de cultivar sus propias verduras y el proceso a llevar a cabo para para que una semilla pueda convertirse en un alimento comestible. Compruébalo tu mismo y tal vez, si estás inspirado, puedes ayudar a iniciar un proyecto similar en tu propia comunidad.

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Los héroes en Colombia sí existen, son los profesores rurales

Este 15 de mayo se celebra en Colombia el día del profesor. Una fecha en la que se reconoce la labor de quienes han decidido dedicar sus días a la pedagogía. Una enseñanza, que como dice Lola Cendales, maestra experta en educación popular, debe contribuir a la construcción de paz en el país a propósito de la coyuntura actual.

Es precisamente esa la labor principal de los profesores rurales. Ellos y ellas le han apostado a la educación para la otra Colombia, esa que hoy por hoy, muchos aún desconocen y que, pese al acuerdo de La Habana, sigue debatiéndose entre la guerra y la paz.

No obstante, la tarea no es nada fácil. Son contextos complejos en los que los profesores deben dar clases. Para empezar, el simple hecho de llegar a los territorios es toda una aventura, para muchos les toma horas llegar a las comunidades que esperan sus lecciones de biología, informática, español, matemáticas, entre otras. Deben trasladarse en todo tipo transporte: bus, avión, chalupa, caballo, e incluso caminando.

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La Carta n° 604 CEAAL

-Sembrar la esperanza en tiempos de odio, el gran legado de Paulo Freire. Clic aquí.

– CEAAL Costa Rica. Convocatoria “Proceso de debate e intercambio de experiencias 2019. Educación Popular: Reflexiones y prácticas de resistencia frente al contexto costarricense. Clic aquí

– IMDEC (CEAAL México). Argentina. IV Congreso Latinoamericano de Cultura viva Comunitaria 2019.Clic aquí
– Foro Social Mundial. CEAAL México. Reunión del Colectivo Promotor del FSM México. Clic aquí.
– Red Tinku (CEAAL Bolivia). Invitación al 1er Viernes Cultural Comunitario Libertario. Clic aquí.
– INEPE (CEAAL Ecuador). Festival Suena Pichincha. La música unió a Pichincha en distintos ritmos. Clic aquí.
– FUNPROCOOP (CEAAL El Salvador). Pequeños agricultores diversifican sus cultivos. Clic aquí.
– ACCSS (CEAAL Guatemala). Elaboración de mural colectivo en el salón de la comunidad El Recuerdo con el tema: “Derechos Ambientales”. Clic aquí.
– PDTG Tejiendo Saberes (CEAAL Perú). TALLERES “Compartiendo herramientas y enfoques de Educación Popular frente a la violencia de género”. (CEAAL Perú) Clic aquí.
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Sobre o 30 de maio

A manifestação não foi maior que a do dia 15 em termos nacionais, mas mostrou que a oposição ao governo conta com uma base social sólida e mobilizada

Rodrigo Perez Oliveira, professor de Teoria da História da Universidade Federal da Bahia

Em 26 de maio, a base social orgânica do bolsonarismo se manifestou em defesa do governo. Quatro dias depois, as ruas voltaram a ser ocupadas, agora pela oposição. Do ponto de vista numérico, os atos de 30 de maio foram maiores do que os realizados no dia 26 de maio. Porém, foram menores que os de 15 de maio, quando aconteceu o maior protesto de rua contra Bolsonaro desde o “Ele não”, ainda no segundo turno das eleições.

De forma alguma, o 30 de maio não foi inexpressivo, bem longe disso. Mas também não chegou a se aproximar da força do 15 de maio. É perfeitamente possível entender o que aconteceu, o que está acontecendo.

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Ensino de idioma africano e criação de biblioteca comunitária na Restinga

Projeto Meninas Crespas, desenvolvido em Porto Alegre, oferece aula de yorubá, idioma de origem africana, e cria acervo com obras que abordam história dos negros

Um encontro semanal na Casa Emancipa, na Restinga, extremo sul da Capital, está mudando a consciência e os sentimentos de crianças negras. São ações que fazem parte do projeto Meninas Crespas, criado em 2015 pela professora Perla dos Santos, com a parceria de algumas mães e alunas da Escola Municipal de Ensino Fundamental Senador Alberto Pasqualini, no mesmo bairro.

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II SEMINÁRIO Redefinições das fronteiras entre o público e o privado: implicações para a democratização da educação

O Grupo de Pesquisa Relações entre o Público e o Privado em Educação (GPRPPE/UFRGS) realizará a II reunião ampliada de pesquisa com pesquisadores brasileiros e latino-americanos que fazem parte do projeto “A Relação Público-Privado na América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Uruguai e Venezuela”.

Com o intuito de ampliar a participação aos demais pesquisadores da área, realizaremos o II Seminário Redefinições das fronteiras entre o público e o privado: implicações para a democratização da educação, que ocorrerá entre os dias 25 a 28 de novembro de 2019, na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre/RS. Destacamos que serão aceitas somente inscrições de candidatos que tiverem seus trabalhos aprovados.

DATAS IMPORTANTES:

Submissão de trabalhos: de 1 de junho a 15 de julho

Divulgação dos trabalhos selecionados: 15 de agosto

Inscrições vinculada ao aceite de trabalho: de 15 de agosto a 15 de outubro

mais: Grupo de Pesquisa Relações entre o Público e o Privado em Educação

 

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