Hemeroteca del mes Noviembre 2009
Read here the recommendations developed by organisations gathered in Belém in the civil society caucus of CONFINTEA VI
FROM RHETORIC TO COHERENT ACTION
1. There needs to be a recognition of the enormous scale of the violation of the fundamental human and social right to adult education of adults and young people. As such CONFINTEA should declare a state of crisis, requiring urgent action. CONFINTEA V1 should recognise basic adult education to be a justiciable human right and should urge all governments to pass legislation to this effect.
2. The education of adults and young people is key to helping people, especially women, (who are worst affected) to cope with all types of crises (food, fuel, finance, conflict or climate), enabling them to shape a sustainable future and to work towards gender equality and justice. Popular education is key to the renewal of adult learning as a means to social and political transformation. (More …)
(Cas) (Port) (Fran)
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Durante la celebración del Foro Mundial de Educación Profesional y Tecnológica, en Brasilia, fue realizada una reunión del Consejo Internacional del FME. Entre los acuerdos más destacados están el apoyo a los próximos FMEs Temáticos a realizarse en 2010, en las localidades Osasco (São Paulo), Palestina y Compostela (Foro 2010) . Más informaciones en breve.
También fue subrayada la importancia de que las organizaciones y movimientos sociales se incorporen a las celebraciones de los 10 años del 1º Foro Social Mundial, en Porto Alegre, así como a los trabajos preparatorios del FME del 2011 en Dakar, Senegal.
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“Outro mundo não é possível, é necessário”, enfatizou o filósofo Leonardo Boff durante o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica. A frase é o prólogo da carta de encerramento do encontro, apresentada nesta sexta-feira, dia 27, em Brasília.
O documento busca resumir as contribuições, oferecidas por um público de 15 mil participantes, sobre as discussões acerca da educação e da formação profissional nas mais diversas áreas. Em suma, o texto defende a união entre os trabalhadores, em oposição à concorrência entre eles.
A carta propõe a criação de um novo paradigma mundial, fundamentado não no mercado de trabalho, mas em “laços de cooperação, de interação e de partilha”, de acordo com o texto. Nos cinco dias de debates, pessoas de 16 países trocaram experiências e levantaram propostas para construir uma formação profissional capaz de “trazer o resgate e a superação de direitos negados”, segundo trecho do documento.
Marco do fórum, o julgamento da anistia política de Paulo Freire também está no documento. Na quinta-feira, dia 26, o Estado brasileiro pediu desculpas oficiais pela perseguição política feita ao educador. À viúva de Freire, foi dada a maior indenização que a lei permite, de 450 salários mínimos. Um dos pontos altos do encontro, a anistia do educador foi recebida às lágrimas por sua viúva e pelo público de três mil pessoas, que lotou o auditório principal do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
A carta também estabelece uma agenda, com compromissos públicos, como o de aumentar o alcance da educação profissional e promover ações que reconheçam na ciência e na tecnologia instrumentos fundamentais para uma melhor educação. O Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica foi realizado, pela primeira vez, em Brasília, de 23 a 27 de novembro. O evento é um desdobramento dos fóruns Social Mundial e Mundial de Educação.
Carta de encerramento do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica.
Fotos Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica
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Em julgamento nesta quinta-feira, 26, durante o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, em Brasília, foi declarada a anistia do educador Paulo Freire. A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, que analisou o requerimento feito pela viúva Ana Maria Freire(foto), em 2007, sob a ótica da perseguição política sofrida pelo educador à época da ditadura, também pediu desculpas pelos atos criminosos cometidos pelo Estado.
“Esse pedido de perdão se estende a cada brasileiro que, ainda hoje, não sabe ler sua própria língua”, disse o relator do processo, Edson Pistori. Para ele, a perseguição a Paulo Freire pela ditadura se traduz no impedimento à alfabetização de milhares de cidadãos e, principalmente, à conscientização de cada um deles sobre a própria condição social.
Paulo Reglus Neves Freire nasceu em Recife, em 1921, e morreu em São Paulo, em 1997. Ficou conhecido pelo empenho em ensinar os mais pobres e se tornou uma inspiração para gerações de professores. Freire desenvolveu um método inovador de alfabetização, a partir de suas primeiras experiências, em 1963, quando ensinou 300 cortadores de cana a ler e a escrever em 45 dias. O educador sofreu perseguição do regime militar (1964-1985), ficou preso por 70 dias e foi exilado por 16 anos, considerado traidor.
Em 1967, durante o exílio, no Chile, escreveu o primeiro livro, Educação como Prática da Liberdade. Em 1968, publicou uma de suas obras mais conhecidas, Pedagogia do Oprimido. Freire retornou ao Brasil em 1980, com a anistia que permitiu o retorno dos exilados, e foi nomeado secretário de educação da cidade de São Paulo, cargo que exerceu até 1991.
“Resolvi fazer o requerimento para resgatar a cidadania de meu marido e atestar que ele é um verdadeiro brasileiro. Assim como muitos, ele lutou por um Brasil mais bonito e mais justo”, disse Ana Maria Freire. A reparação econômica concedida pela comissão de anistia à viúva de Paulo Freire será de 480 salários mínimos, não excedendo o teto estipulado de R$ 100 mil, pagos em parcela única.
Comissão — A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça existe desde 2002. Até agora, 64 mil requerimentos com pedido de anistia foram protocolados. Destes, 47 mil foram julgados — 30 mil deferidos, 12 mil dos quais com reparação econômica, além do pedido oficial de desculpas do Estado.
Para revelar à população de todo o país os fatos arbitrários praticados durante o regime militar e pedir desculpas, publicamente, às pessoas que resistiram à ditadura e sofreram os atos de violação dos direitos humanos feitos pelo Estado, a comissão criou a Caravana da Anistia. Desde 2008, o projeto visitou 16 estados e está na 31ª edição. Mais de 500 processos já foram julgados.
O projeto é realizado por meio de parceria entre a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, o Instituto Paulo Freire, o Ministério da Educação, as comissões de educação da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), a Associação dos Juízes para a Democracia, o Instituto Catarinense de Aprendizagem e Educação Infantil (Icae), o Movimento dos Sem-Terra (MST), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e a Associação Brasileira de Ensino do Direito (Abedi).
No Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, que será encerrado nesta sexta-feira, 27, há também uma exposição fotográfica sobre Paulo Freire.
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Hoje é o 25 de Novembro, o DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES*
Escutemos a Karina de 32 anos que viveu esta experiência:
“(…) fiquei bem reprimida (…) ele me podava. Eu não podia desenvolver. (…) Na forma de proibir “Eu não quero. Tu não tem que ir. Isso não é pra ti. O teu lugar é dentro de casa, cuidando dos teus filhos”. (…) A violência doméstica é algo muito difícil. Só quem passou, quem foi vítima, quem viveu dentro de um lar afogada, abafada, querendo gritar, querendo sair pra fora, querendo devolver mais… (…) tinha esse lado dele que eu não podia aparecer, a ponto de me impedir de trabalhar, me impedir de fazer cursos (…). Eu tive depressão (…) um princípio de síndrome do medo, a ponto de pânico. (…) Aí eu vi que eu tava morta. Eu tava sem vida. Eu tava sem expectativa.(…) Eu tinha medo. (…) a ponto que eu vi que eu não tinha mais vida, que a minha vida não tinha mais… Eu já não via mais graça em mais nada.”
Felizmente, Karina conseguiu superar esta situação e pôde beneficiar-se da Lei Maria da Penha.
Apesar da crescente sensibilização da sociedade sobre a violência contra as mulheres, a maioria das pessoas pensa que somente os ataques sofridos pelas mulheres com resultado de morte é violência de gênero ou doméstica. Temos que recordar que uma lesão corporal, agressão sexual, tráfico e exploração sexual das mulheres, sequestro, tortura, casamento servil, entre outras, são as diversas caras da violência machista. Todas as formas de discriminação contra as mulheres impedem o exercício real e legítimo dos seus direitos. (mais)
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Na abertura do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica nesta segunda-feira, 23, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que a inserção do Brasil no cenário mundial tem como pré-requisito a formação do povo. “Nesse sentido, a educação profissional é estratégica”, ressaltou.
Segundo o presidente, mais importante do que o número de novas escolas criadas nos últimos sete anos – 96 até agora –, é a mudança de paradigma que permitiu a melhoria da qualidade do ensino. Para debater as políticas públicas na área da educação profissional e tecnológica, estudantes, professores e especialistas de 16 países vieram a Brasília participar do fórum.
De acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, o fórum de educação profissional difere de outras conferências já realizadas porque os participantes vieram a Brasília voluntariamente, ao se inscreverem pela internet. “Todos aqui presentes são militantes da educação, que vieram discutir o que vai ajudar a construir um mundo diferente”, enfatizou.
A cerimônia de abertura teve as apresentações do Grupo Tholl Trupe Circense e da Escola de Teatro Bolshoi. O evento acontece ao longo da semana no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O público estimado é de 15 mil participantes.
A programação cultural, gratuita, lista 202 atividades, que vão de oficina de culinária a sessões de cinema e aulas de dança afro. As inscrições podem ser feitas até a próxima quarta-feira, 25, de 9h às 17h, no Centro de Convenções. O evento faz parte das comemorações dos cem anos de criação das primeiras escolas federais de educação profissional e tecnológica.
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La asamblea de la Red Europea de Educación del Foro Social Europeo, reunida en Valencia los días 13 y 14 de noviembre, manifiesta su preocupación por la serie de ataques antisindicales perpetrados contra el sindicato de docentes Egitim-Sen y la Confederación Sindical de Empleados Públicos (KESK) de Turquía.
Nos han informado que, en dos oleadas de arrestos llevadas a cabo el 28 de mayo y el 16 de junio, la policía turca irrumpió en la sede de la KESK en Ankara, así como en varias de sus sedes locales en todo el país, y procedió al arresto de líderes sindicales. La policía incautó documentos y ordenadores.
El 5 de junio, un grupo de docentes que se estaba manifestando pacíficamente en Ankara contra la violación de los derechos sindicales fue atacado brutalmente por fuerzas de la policía. Algunas personas tuvieron que ser hospitalizadas.
Actualmente hay 22 trabajadoras y trabajadores de Egitim-Sen y KESK detenidas, incluidas las respectivas secretarias del Departamento de la Mujer de Egitim-Sen y de KESK, Gulcin Isbert y Songul Morsümbül.
El juicio, que debía haberse celebrado el 8 de agosto, fue aplazado para los próximos 19 y 20 de noviembre en el Tribunal nº 10 de Izmir. Juzgarán a las 22 personas detenidas actualmente más a otras 9 inicialmente presas y posteriormente liberadas.
La asamblea de la Red Europea de Educación del Foro Social Europeo desea expresar su más firme reprobación por los ataques de las autoridades turcas contra personal y miembros sindicales y exige la inmediata liberación de todas las personas detenidas y el fin de la represión contra los movimientos sociales en Turquía.
El acoso y la detención de líderes y activistas sindicales motivados por el desarrollo de sus actividades democráticas totalmente legítimas constituyen graves violaciones de las leyes internacionales en materia de derechos humanos, como el Convenio 87 de la Organización Internacional del Trabajo sobre la libertad de asociación, ratificado por Turquía en el año 1993. Durante la última Conferencia Internacional del Trabajo celebrada en junio, la Comisión de Aplicación de Normas de la OIT recordó sus obligaciones a los representantes de las autoridades turcas e instó a su Gobierno “a tomar todas las medidas necesarias para garantizar un clima libre de violencia, presión o amenazas del tipo que sea, para que los trabajadores y empleados puedan ejercer plena y libremente sus derechos contemplados en el Convenio”.
La asamblea de la Red Europea de Educación del Foro Social Europeo insta al gobierno turco a:
- respetar el derecho a la libertad de expresión.
- revisar todos los casos de sindicalistas detenidos con vistas a su liberación.
- respetar los derechos sindicales fundamentales de las organizaciones de trabajadores y trabajadoras como Egitim-Sen y KESK y dejar de entorpecer el desarrollo de sus actividades.
València, 14 de noviembre de 2009
Organizaciones de la Asamblea:
Amig@s de la Universidad Popular (Valencia); APED (Bélgica); Area de Educación Ecologistas en Acción (Estado Español); Asociación de Enseñantes con Gitanos (Estado Español); ATTAC (Francia); CCOO (Estado Español); Centro de Investigação e Intervenção Educativas. U. do Porto (Portugal); CESP (Centro Studi per la Scuola Pubblica); (Italia); FLC CGIL (Italia); COBAS (Italia), Col·lectiu Mestre Ripoll (Estado Español); CONFAP – Confederação Nacional das Associações de Pais (Portugal); Confederación Española de Asociaciones de Padres y Madres de Alumnos (CEAPA); Confederación Estatal de Movimientos de Renovación Pedagógica (Estado Español);DOE (Greek Primay Teachers Federation); Entrepobles. (Estado Español); Escoles Solidàries (Estado Español); FAAVEM, (Estado Español); Federació Escola Valenciana (País Valencià); Federació Moviments de Renovació Pedagògica (País Valencià); Federación de Madres y Padres Gonzalo Anaya, (Estado Español); FENPROF (Portugal); FSU (Francia); Gea-Clio (Estado Español); Instituto Paulo Freire (Portugal); Secretaria Ejecutiva del C.I. Foro Mundial de Educación; Movimento Escola Moderna (Portugal); Novadors (País Valencià); OLME (Grecia); RED IRES (Investigación y Renovación Escolar); (Estado Español);Rete degli studenti medi (Italia); Sindicato de Estudiantes, (Estado Español); SNES-FSU (Francia); SNUIPP-FSU (Francia); STEE-EILAS (Euskadi); STEs (Estado Español; União de Mulheres Alternativa e Resposta (Portugal); Unione degli Universitari (Italia); Universidad Rural Paulo Freire (Estado Español); USTEC-STEs IAC (Catalunya);
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Valencia, 14 nov (EFE).- La Asamblea de la Red Europea de Educación del Foro Social Europeo, reunida en la ciudad de Valencia, ha acordado llevar a cabo una movilización europea “contra la estrategia neoliberal y privatizadora de Lisboa” en la investigación y la enseñanza.
Según ha indicado hoy a Efe el coordinador de la Asamblea por parte del sindicato docente STEPV, Albert Sansano, la reunión ha sido “un éxito” y ha destacado la importancia de que la Red “vuelva a funcionar y, además, con carácter europeo”.
Más de cuarenta organizaciones de madres y padres, sindicatos, movimientos de renovación pedagógica y estudiantiles europeos han debatido en Valencia entre ayer y hoy las políticas educativas y han trabajado en la coordinación de iniciativas para hacer frente a estas políticas neoliberales.
Los asistentes, procedentes de Portugal, Grecia, Francia, Bélgica, Italia y de diferentes territorios de España han efectuado propuestas sobre educación para debatir en el próximo Foro Social Europeo de Estambul, que se celebrará la primera semana de julio de 2010, según ha apuntado Sansano.
Así, ha asegurado que van a “potenciar la coordinación”, y, para ello, en el “gran encuentro” de Estambul se abordarán tres asuntos clave: las políticas de privatización de la educación en Europa, los asuntos que afectan a los contenidos en la educación y la relación de ésta con las minorías étnicas e inmigrantes.
Otro de los acuerdos a los que se ha llegado en la reunión ha sido la aprobación de una resolución de apoyo a los sindicalistas represaliados recientemente en Turquía, que serán juzgados los días 19 y 20 de noviembre.
Según STEPV, desde la celebración el pasado curso del Foro Social Europeo en Malmö (Suecia) se había discutido ya la necesidad de una reunión a nivel europeo que permita intercambiar experiencias en la elaboración de estrategias y acciones comunes en el ámbito educativo. EFE (más)
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Publicado por: fme in Uncategorized
El pasado 6 de noviembre, y con la asistecia de dos representantes de la Secretaría Ejecutiva del Consejo Internacional del Foro Mundial de Educación, se celebró en Zaragoza, la Cuarta Reunión del Comité Organizador del Foro 2010.
En el Comité Organizador del Foro 2010 están representados casi todos los centros de investigación y educación para la paz de España y Portugal, la Cátedra UNESCO sobre Cultura de Paz, escuelas profesionales, sindicatos, ONG, fundaciones y otros movimientos sociales.
El Foro 2010 será un contenedor cultural que se celebrará en diciembre de 2010 en Santiago de Compostela, (Galicia) y consistirá además de un Foro Mundial de Educación Temático, con el título “Educación, Investigación y Cultura de Paz. en una reunión de alto nivel (miembros de la Alianza de Civilizaciones, el Comité de Premios Nobel y los coordinadores de la Década de la Cultura de Paz y No Violencia, de las Naciones Unidas), 3 grandes conferencias académicas internacionales (de la Información y los Derechos Humanos sobre el derecho humano a la paz y la memoria histórica, la reconciliación y una cultura de paz).
Más informción: http://www.foro2010.org/
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