Reunião do Comitê Organizador FME 2012

Fórum Mundial de Educação

“Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental”

2012 Porto Alegre

Reunião do Comitê Organizador

13 de dezembro de 2011 (terça-feira) as 18 horas

Câmara Municipal de Porto Alegre

Av. Loureiro Silva, 255

Repasse este convite para organizações e movimentos sociais que considere oportuno.

Contamos com a participação de todas e todos!

Pauta:

· Apresentação das novas organizaçoes

· Relatório sobre a nova estrutura do FME: Pré-Fórum, Mesas e GT Río+20

· Propostas de atividades autogestionadas

· Propostas de atividades culturais dentro da FME

· Criação de Comités de FME

La Carta 455 CEAAL

La Carta 455  22 de noviembre 2011
- ¡La casa común!
- Disponible La Piragua No.35: Género, Mujeres y Feminismo / Gender, Fahnm ak Feminism
- Raúl Leis, dejando huellas
- Argentina: Preparando el Encuentro Latinoamericano de Educadores/as populares
- Brasil: Educación Popular en espacios universitarios
- Caminando a Río + 20: Intercambio virtual
- CONFINTEA VI: Reportes nacionales
- Boletín del fondo regional de la sociedad civil para la educación (FRESCE)
- El nexo entre el agua, la energía y la seguridad alimentaria. Soluciones para la economía verde
- Tablero de anuncios
La Carta 445 Word
La Carta 445 PDF

Cartas anteriores

UFRGS cederá espaços ao Fórum Mundial de Educação

Organizadores do Fórum Social Temático 2012: Justiça Social e Ambiental foram recebidos na tarde de hoje, 24, pelo reitor Carlos Alexandre Netto e pelo vice Rui Oppermann para tratar de questões referentes ao evento. O Fórum, que acontece de 24 a 29 de janeiro de 2012, será parcialmente sediado no Campus Central da Universidade.

Na reunião, realizada no Salão Nobre da Reitoria, foi acertada a cessão do Salão de Atos a um possível fórum de presidentes, que reuniria os mandatários de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai no dia 25 de janeiro. Também foi solicitado pela comissão organizadora um espaço no campus para a realização de uma feira de economia solidária, comercializando produtos alimentícios provenientes da agricultura familiar, e a cedência de auditórios de algumas Unidades, como a Faculdade de Ciências Econômicas. Deve ser utilizado ainda o segundo andar na Reitoria – Salão de Festas e Sala Fahrion – para a realização do Fórum Mundial de Educação (FME), que ocorre paralelamente. Questões de logística e segurança também entraram na pauta do encontro.

A reunião contou com a presença do chefe de gabinete, João Roberto Braga de Mello; da vice-pró-reitora de Extensão, Jussara Porto; Albert Sansano, da secretaria-executiva do FME; Roberto Jakubaszko, do Conselho de Usuários do Parque Farroupilha; Celso Woyciechowski, presidente da CUT/RS; e Ângela Ceccon, secretária do Fórum Social Temático.

Fonte: http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/

Encontros preparatórios para o FME de janeiro de 2012

Círculo Mundial da Paz

Em Vendinha/Triunfo – RS, dos dias 13 a 15 de janeiro 2012

Mais informaçõe: Morada da Paz


Pré-encontro sobre a temática do FST 2012: Vozes

Entre várias organizações e movimentos sociais estamos preparando uma reflexão sobre: Porque falamos de Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental? Será no Auditório da Educação Ambiental do Jardim Botânico de Porto Alegre – RS, no dia 21/01/2012, a partir das 9h.


Aberto a participação de quem quiser.

Programação provisória FMEJSA em Porto Alegre 24 a 29 janeiro de 2012

Programação provisória a ser ratificada nas próximas reuniões nos dias 06/12/2011 da SE CI FME (virtual) e, a realizar-se no dia 13/12/2011 do CO FMEJSA, na Câmara Municipal de Porto Alegre.

TERÇA-FEIRA 24/01/12

QUARTA-FEIRA

25/01/12

QUINTA-FEIRA

26/01/12

SEXTA-FEIRA

27/01/12

SABADO

28/01/12

DOMINGO

29/01/12

M

A

N

H

A

FME – MESA 01

PROVOCANDO O DEBATE*:

Crise capitalista: Causas, impacto y consequências para o mundo da educação.

FME – MESA 02

PROVOCANDO O DEBATE:

Justiça Ambiental: as práticas educativas para a construção de outro mundo possível.

FME – MESA 03

PROVOCANDO O DEBATE:

Justiça Social e Educação: um espaço para aprofundar a democracia. Estratégias de luta e articulação para defender uma educação pública de qualidade.

ATIVIDADES AUTOGESTIO-NADAS – EDUCAÇÃO

ATIVIDADES AUTOGESTIO-NADAS – EDUCAÇÃO

ENCERRA-

MENTO do

FSM – FME

T

A

R

D

E

MARCHA FÓRUM SOCIAL MUNDIAL

Debate: Grupo Trabalho Educação  RIO+20

Debate: Grupo Trabalho Educação  RIO+20

GTs RIO+20

SEMINÁRIO EDUCAÇÃO DIREITOS HUMANOS FME – FSM (anexo 02)

GTs RIO+20

ATIVIDADES AUTOGESTIO-NADAS – EDUCAÇÃO

S

Invitadas/os propuestas por el CO y la SE CI FME hasta la fecha

Organización

País

Nélida Elcira Cespedes Rossel

CEEAL

Perú

Esperanza Cerón

Viva la Ciudadanía

Colombia

Pablo Gentili

CLACSO

BR

Alberto Croce

Fundación SES

Argentina

Beatriz Gonzalez

Viva la Ciudadanía

Colombia

Paulo Roberto Padilha

IPF

Br

Leslie C de Toledo

FMRPPV (España)

Br

Alessio Surian

COFIR

Italia

Albert Sansano

STEs España

España

Moacir Gadotti

IPF

Br

Moema Viezzer

II Jornada de Educação Ambiental

Br

Fernando Ballenilla

IRES

España

Aminata Diallo

ANDAL ET PINAL

Burkina Faso

Celita Eccher

CAE

Uruguay

Sergio Haddad

Acçao Educativa

Br

Camila Crosso

CLADE

Br

Camila Vallejo

Federación Estudiantes chilenos

Chile

Jose Clovis de Azevedo

SDUC-RS

Br

Rita Zanco

Gravataí

Br

Mª Angeles Llorente

MRPs-Escola Melchor Botella

España

Maria Ruth Barreto Cavalcante

Biodanza

Br

Carlos Taibo

UAM

España

Lo que nos va quedando del Sistema de Educación Mixto

Marco Kremerman
Investigador de la Fundación SOL. @lafundacionsol

Una de las frases más repetidas por las autoridades de Gobierno es que Chile tiene y siempre ha tenido un sistema de provisión mixto en educación, por tanto los potenciales cambios que se desarrollen en los próximos años debe considerar esa realidad y situarse bajo este contexto.

Sin embargo, es bueno hacer un poco de historia y entender exactamente de qué estamos hablando. A comienzos de la década de los 80′, justo en el momento en que se realiza el traspaso a los municipios de la educación pública, el 78% de los estudiantes asistía a este tipo de escuelas, un 15% a colegios particulares subvencionados y un 7% a particulares pagados. Más que un sistema mixto en Educación, teníamos un Sistema con un pilar público y un complemento privado para todos quienes quisieran pagar por un proyecto educativo alternativo.

Este modelo corresponde al que hoy en día vemos en Dinamarca, Finlandia, Francia, Alemania, Portugal, Brasil, México, Estados Unidos y un gran número de países, tal como nos indica el reciente informe de la OCDE, Education at a Glance 2011.

Chile, pudo seguir el mismo camino, pero no lo hizo. Para avanzar en cobertura se impuso en dictadura la ruta privatizadora y se descuidó completamente la educación pública.

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