Los dogmas productivista confluyen para que el agua…

Escuela de Educación y Formación Ambiental

CHICO MENDES.

Rosario. Argentina.
LOS DOGMAS PRODUCTIVISTAS CONFLUYEN PARA QUE EL AGUA, FUNDAMENTO DE LA VIDA SE EVAPORE, Y CONVIERTA A LA VIDA EN LA ARIDEZ DEL SER.

La Escuela de Educación y Formación Ambiental Chico Mendes, ha elaborado un documento sobre la problemática actual. Queremos reflexionar y decir desde nuestra mirada lo que nos conmueve en esta encrucijada turbulenta. Encrucijada que debe reterritorializar al Pensamiento Ambiental Latinoamericano, debe prestar atención al archipiélago de ignorancias que le impide a la ciencia clásica pensar el pensar, porque su malla cosificada, matematizada y lineal no le abre otras puertas que las del desconocimiento, y tenemos que focalizar con una luz descubridora las penumbras y oscuridades de los tiempos actuales, enfermos de trivialidad, banalidad, presente perpetuo, consumismo, sobrevaloración de la eficiencia por encima del pensamiento y la reflexión.
Nosotros, como decía Virgilio, “piedras vivientes”, seguimos apostando, como dice el documento al Diálogo de Saberes, al encuentro intercultural a creer, como dice Legendre “que jamás veremos gobernar a una sociedad sin los cantos y la música, sin las coreografías y los ritos, sin los grandes monumentos religiosos, (como los de Abya Yala, entre otros) o poéticos de la Soledad Humana”.
Solicitamos la lectura del documento y agradecemos esa deferencia. Como agradecemos también si desean difundirlas por sus redes y páginas. Algunos nos sugirieron llevarlo a papel y distribuirlos en diferentes ámbitos: escuelas, cursos, talleres y seminarios, en fin en lo que se crea pertinente, si así lo acuerdan, estaremos plenamente satisfechos al compartir estas ideas.
Gracias por todo, un abrazo teñido de marrón como las aguas del Paraná y de azul como el proyecto alternativo de un mundo incluyente, intercultural y de pluralidad sustentable.

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Por estos días calientes del verano 2012 el agua, que desde siempre ha corrido libremente por la piel de la tierra, fertilizando la vida y convirtiendo a los territorios, sean las llanuras, las montañas, mesetas y cuencas, en reserva interminable para que los sentidos existenciales de los ecosistemas naturales y la diversidad infinita y enriquecedora de las culturas, re-existan, y para que el canto a la vida siga siendo el latido nutricio del planeta, ha sido aprisionada por el pensamiento de la racionalidad instrumental para que el productivismo que genera, la convierta en barro contaminado.

Más … http://almanaquefme.org/docs/DOGMAS_C_Mendes.pdf

Educación, justicia social y ambiental

Educación, justicia social y ambiental

Monográfico Especial ALAI

América Latina en Movimiento
No. 472, febrero 2012

A fines de enero, el Foro Mundial de Educación (FME) llevó a cabo en Porto Alegre, Brasil, unas jornadas de reflexión sobre el tema “Crisis capitalista, Justicia Social y Ambiental”, en el marco del Foro Social Mundial Temático, de cara a la Conferencia de las Naciones Unidas sobre el desarrollo sustentable, también llamada “Río +20″, que se realizará el próximo mes de junio. Esta edición de América Latina en Movimiento, recoge los debates y las reflexiones desarrollados en este proceso en torno al tema educativo.

Educación, justicia social y ambiental
Leslie Campaner de Toledo y Albert Sansano

Europa Occidental:
El escenario de la defensa de la educación pública
Carlos Taibo

Educación en un mundo en crisis:
límites y posibilidades frente a RIO +20
Jorge Osorio

Educar para la justicia social
María Ángeles Llorente Cortés

La educación biocéntrica
Ruth Cavalcante

Justicia ambiental y educación
Moacir Gadotti

La perspectiva de la Educación Popular en América Latina
Nélida Céspedes Rossel

Edición digital (descargar en pdf): http://alainet.org/publica/472.phtml

Para conseguir la edición impresa:
visite la página: http://alainet.org/adquisiciones.phtml

Boletim nº 11 – II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica

Inscrições abertas para a Mostra de Pôsteres Já estão abertas as inscrições
de trabalhos para a Mostra de Pôsteres do II Fórum Mundial de Educação
Profissional e Tecnológica <http://2sitefmept.ifsc.edu.br/index.php> .
Qualquer participante do evento poderá inscrever um pôster. As inscrições
podem ser feitas até o dia 12 de abril. Para inscrever um trabalho, você
primeiro precisa estar inscrito como participante do evento. Caso você ainda
não tenha se inscrito, clique aqui
<http://aptor.com.br/fmept/login/attendee-registration.php?lang=pt_BR> .
Após fazer sua inscrição, acesse a Área do participante
<http://aptor.com.br/fmept/login/> , informando o e-mail e a senha
cadastrados no momento da inscrição. Cada participante poderá inscrever
apenas um trabalho. Antes de inscrever seu trabalho, leia atentamente o
Regulamento Geral da Mostra de Pôsteres
<http://2sitefmept.ifsc.edu.br/images/stories/pdf2012/docs/regulamento_poste
res.pdf> . Os critérios descritos no regulamento devem ser totalmente
respeitados. A lista com os trabalhos aprovados será divulgada no dia 4 de
maio. Lembrando que tanto a inscrição de participante quanto a inscrição de
pôster são totalmente gratuitas. CLIQUE AQUI E FAÇA AGORA SUA INSCRIÇÃO
GRATUITA!
<http://aptor.com.br/fmept/login/attendee-registration.php?lang=pt_BR>
<http://twitter.com/forumedu2012>
<http://pt-br.facebook.com/forumedu2012>
<http://www.formspring.me/forumedu2012>
<http://www.youtube.com/forumedu2012>

II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica
De 28 de maio a 1º de junho de 2012
Florianópolis ­ SC ­ Brasil
Boletim nº 11 | Fevereiro de 2012
www.forumedutec.org <http://forumedutec.org>
forum@ifsc.edu.br | (48) 3877 9009

La Carta 456 – CEAAL

La Carta 456 CEAAL

21 de febrero 2012
- Igualdad y equidad de género
- Colombia: “Por la tierra, la vida y la paz: Marcha a Necoclí”
- Juntos hacia la VIII AG 2012. Intercambio virtual: Hacia la transversalización de la igualdad y equidad de género en el CEAAL 15 al 24 de febrero
- México: Cambio en Escuela Metodológica del IMDEC 2012
- Soberanía alimentaria, una perspectiva feminista
- Cuba: Escritoras negras, las menos visibles
- Panamá: “Ni el hombre ni la mujer valen más, valemos de igual manera” ¿Quién es Silvia Carrera?
- México: Universidades Jesuitas impulsan proyectos de educación para erradicar la marginación de las comunidades indígenas
- Una mirada diferente a la información. Informativo mensual de SEMlac
- México: Condenan la incursión del ejército y cuerpos policiacos en la parroquia de San Judas Tadeo
- Cartas a La Carta:
- México: sobre la Carta CEAAL
- Realidad el poder corporativo
- Argentina: Contra las megarepresas. ¿Qué importancia pueden tener los impactos ambientales de Garabi y Panambi?
- Tablero de anuncios
La Carta 456 Word
La Carta 456 PDF

Cúpula dos Povos: o que é e o que não é

Economia verde, falsas soluções, desenvolvimento sustentável, REDD, colapso do planeta, mercantilização da natureza, Cúpula dos Povos, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD), Riocentro, Aterro do Flamengo. A avalanche de termos que surgem quando se fala de Rio+20 pode deixar confuso até o mais esclarecido dos cidadãos. Como tentativa de sanar esse problema em potencial e de organizar as mentes que pensam sobre o futuro do planeta, compilamos aqui uma série de elementos que definem o que a Cúpula dos povos é – e o que não é.

A Cúpula dos Povos na Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, contra a mercantilização da vida e em defesa dos bens comuns, é:

  • Um evento a ser realizado entre 15 e 23 de junho de 2012 no Aterro do Flamengo (Rio de Janeiro), organizado por entidades da sociedade civil brasileira e internacional.
  • Um contraponto à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD) – a Rio+2o oficial –, com críticas ao modo como os governos têm tratado as questões socioambientais e com propostas para evitar um colapso global.
  • Um evento paralelo e independente da Rio+20 oficial.
  • Crítica ao conceito de economia verde, palavra-chave da conferência oficial da ONU. A organização da Cúpula considera esse conceito insatisfatório para lidar com a crise do planeta, causada pelos modelos de produção e consumo capitalistas.
  • Uma oportunidade de tratar dos problemas enfrentados pela humanidade de forma efetiva.
  • Demonstração da força política dos povos organizados.
  • Um espaço de experimentação e visibilização concreta das práticas que queremos ver no mundo.
  • Anticapitalista, classista, antirracista, antipatriarcal e anti-homofóbica.
  • Um chamado para reinventar o mundo.
  • Um evento dos e para os povos.
  • Um espaço sem presença de corporações.
  • Uma afirmação do direito aos bens comuns.
  • Uma referência ao Fórum Global, evento organizado pela sociedade civil que aconteceu durante a Eco 92, a Cúpula da Terra, também no Aterro do Flamengo.
  • Parte de um processo de acúmulos históricos e convergências das lutas locais, regionais e globais.

A Cúpula dos Povos não é:

  • A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD). Ou seja, a Cúpula dos Povos não é a Rio+20 oficial, organizada pela ONU.
  • Ligada à Rio+20 oficial ou à Organização das Nações Unidas, de qualquer forma. Algumas organizações presentes na Cúpula também têm cadeiras na conferência oficial, mas o evento é em si autônomo e independente.
  • Um espaço de corporações ou de mercantilização da natureza.
  • Um lugar de falsas soluções, mas de soluções já criadas pelos povos para os problemas vividos hoje no planeta.
  • Intergovernamental, mas internacional.
  • Uma reafirmação da economia verde como solução para o desenvolvimento sustentável – ao contrário.
  • Mais do mesmo.

cupuladospovos.org.br

Reunião do CO II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica

Cerca de 120 pessoas participaram da 6ª reunião do CO do II Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica , realizada na Reitoria do IF-SC em Florianópolis. No período da manhã, foi aprovado o regulamento da Mostra de Pôsteres, cujas inscrições serão abertas até final deste mês. Na sequência, as comissões Temática, Cultura, Mobilização e Infraestrutura realizaram seus trabalhos e compartilharam com todo o CO. A próxima reunião do CO está agenda para os dias 20 e 21 de março, em Brasília.

Mais:

http://2sitefmept.ifsc.edu.br/

‘O neoprogressismo pode ter vários anos pela frente’

O jornalista e escritor Ignacio Ramonet diz, em entrevista ao jornal Página/12 que a maioria dos governos da América do Sul cumpre a função dos social-democratas europeus nos anos 50 e que, se não cometerem erros, podem aspirar a um ciclo longo de governo. “A construção do Estado de bem-estar e o aumento do nível de vida acaba com qualquer tipo de recurso para as oposições tradicionais conservadoras. Agora, a população está percebendo como os seus países estão reconstruindo sociedades arrasadas”.

Porto Alegre – Nascido em Pontevedra e emigrado com sua família para a França, Ignacio Ramonet dirige o Le Monde Diplomatique em espanhol. Foi um dos animadores do primeiro Fórum em 2001 e é um dos jornalistas que mais percorrem o mundo, observando suas diferentes realidades.

– Sobre o final do Fórum temos direito de perguntar se foi útil e o que mudou com respeito ao primeiro encontro, de 2001.

Ramonet –Quando o fórum foi criado não havia outro governo dos que eu chamo neoprogressistas na América Latina que não fosse o de Hugo Chávez, que inclusive veio ao fórum. No ano seguinte, em 2002, pela primeira vez Chávez se declarou socialista. Também veio Lula quando ainda não era presidente, mas candidato. Agora, ao contrário, os governos neoprogressistas estão implementando as políticas de inclusão social e, ao mesmo tempo, o fórum é menos um fórum dos movimentos sociais. É um fórum no qual se discutiu a crise européia, o movimento dos indignados em geral (os chilenos, Wall Street, etc.) e a questão da memória. A jornada da Flacso na sexta-feira, o dia do Holocausto, foi uma das atividades centrais, organizada pelo Fórum Social Temático e o Fórum Mundial da Educação.

Até agora esses não eram assuntos do fórum. Os indignados são um tema que não tem mais de um ano, e o debate sobre a memória não havia sido proposto dessa maneira. Dominavam o anti-imperialismo e a denúncia das guerras dos Estados Unidos no Iraque ou no Afeganistão. Está se chegando a um nível diferente. Os governos aqui na América do Sul estão agindo bem em seu conjunto. Mas, cuidado, chega uma nova etapa e é preciso melhorar certos aspectos qualitativos.

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