“Resistência em SP abriu novos caminhos para o movimento estudantil’, diz aluno de Goiás

Cida de Oliveira. Rede Brasil Atual – Carta Maior –

Uma semana após o governador Geraldo Alckmin (PSDB) ceder às pressões de estudantes, que tomaram ruas e ocuparam 209 escolas em todo o estado, e anunciar a suspensão da reorganização da rede de ensino na sexta-feira (4), o movimento não acabou. Apesar das desocupações – muitas delas com atos simbólicos, com pintura e grafites para entregar ao estado uma escola mais bonita do que antes –, 101 unidades seguem ocupadas. Só na capital paulista são 54. Entre elas, a Escola Estadual Anhanguera, no bairro da Lapa, zona oeste.
Ocupada desde o último dia 27, a escola deixaria de oferecer, em 2016, o ensino fundamental e de Jovens e Adultos. Passaria então a manter apenas turmas de ensino médio. “Na minha classe tem 62 alunos matriculados. Mais da metade frequenta as aulas. Imagina então como ia ficar recebendo estudantes do Emiliano Cavalcanti, que fecharia ensino médio”, conta a estudante Maria Eduarda D., 17 anos, aluna da 2ª série do ensino médio do Anhanguera que está na ocupação desde o início.

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