São Paulo celebra os 50 anos da “Pedagogia do Oprimido”

A obra-prima de Paulo Freire, escrita no exílio no Chile, em 1968, chega ao seu cinquentenário atualíssima. Ela teve e continua tendo um impacto mundial nos campos da educação, da política e da cultura. Pela enorme importância da obra freiriana, a Unesco considerou “Patrimônio Documental da Humanidade” o acervo de Paulo Freire e incluiu-o no programa “Memória do Mundo”.

A melhor maneira de comemorar os 50 anos da Pedagogia do oprimido é utilizá-la como instrumento de luta nos dias que correm, quando uma onda neoconservadora ameaça o mundo.

Somada à celebração dos 50 anos da Pedagogia do oprimido, em 29 de junho de 2018, Paulo Freire foi declarado “Patrono da Educação Paulistana”. A Lei Municipal, Lei 16.948/18, é autoria dos vereadores Antonio Donato (PT) e Toninho Vespoli (PSOL). Os vereadores, destacaram, no documento, as inúmeras contribuições de Paulo Freire como educador e pedagogo, considerado um dos intelectuais mais notáveis da pedagogia mundial.

Em Sessão Solene realizada na quarta-feira (29/8), no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, foi celebrada a marca dos 50 anos do lançamento do livro ‘Pedagogia do Oprimido’. Escrito pelo educador e filósofo Paulo Freire, durante exílio no Chile, o material trata do papel conscientizador da educação. A obra aborda a liberdade que deve ser dada ao indivíduo para superar os obstáculos diários.

Veja na reportagem da TV Câmara:

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