‘O fascismo odeia educação porque ele é incompatível com a formulação independente de ideias’

Annie Castro  Sul 21

Para ampliar o debate acerca dos impactos dos cortes promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) na educação e seus ataques às Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), a ADUFRGS-Sindical e o Movimento em Defesa da Educação promoveram na terça-feira (24), na sede do Sindicato, a mesa de debate ‘Universidade e Projeto de Nação’, que reuniu diversas entidades na discussão sobre o sucateamento das universidades públicas e dos institutos federais

Para o presidente da ADUFRGS-Sindical, Lúcio Vieira, é necessário que o número de pessoas e entidades envolvidas no debate sobre os ataques às universidades públicas do país seja ampliado e diversificado cada vez mais, a fim de que a discussão saia “de dentro dos muros das universidades”. Segundo Vieira, as mudanças no funcionamento das universidades públicas afetam a sociedade brasileira como um todo e não somente o meio acadêmico. “Queremos levar para a sociedade esse debate, porque o que nós entendemos é que a universidade pública não é um problema somente dos professores ou dos alunos, é um problema da sociedade. As universidades são instituições do estado brasileiro, portanto cabe à sociedade reivindicar sua preservação e a definição no seu papel no projeto de desenvolvimento do país”, disse Vieira ao Sul21.

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