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Freire | Grupo de Aprendizaje Colectivo de Escuela Abierta

El trabajo que realizaremos sobre Paulo Freire está motivado por un interés especial que nos despierta su personalidad. Para nosotros, se presenta como un hombre capaz de vivir intensamente su época, de formular un análisis serio de la realidad que le toca vivir junto a su pueblo, análisis que se puede o no compartir, de dar a su vida un sentido social y de servicio a los más necesitados, es decir, de vivir activamente, crítica y racionalmente como un hombre situado que busca una verdadera liberación, concreta y real.
Freire es el tipo de hombres que saben reconocer el valor de lo humano y de lo propio. Es el tipo de personalidad que logra descubrir el misterio que encierra el hombre con su complejidad que lo dinamiza y con su ser inacabado, siempre en búsqueda y auto-construcción. Tiene la claridad para reconocer que, a pesar de su capacidad personal, el hombre no está sólo en el mundo, sino que es un ser eminentemente relacional.

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Paulo Freire: el legado del pedagogo brasileño

Resumen Latinoamericano / Nodal / 04 de mayo de 2016 – A 19 años de la partida física del educador brasileño Paulo Freire, su pensamiento pedagógico continúa vigente.
En palabras de Paulo Freire la educación “es un proceso de conocimiento, formación política, manifestación ética, búsqueda de belleza, capacitación científica y técnica”.

Freire es reconocido como uno de los pedagogos más influyentes de América Latina. Promovió una educación humanista dirigida a integrar al individuo a la realidad nacional.

“La práctica educativa es todo esto: efectividad, alegría, capacidad científica, dominio técnico al servicio del cambio”, sostenía Freire.

Entre sus obras destacan La educación como práctica de la libertad, Educación y cambio, y La pedagogía del oprimido. Esta última fue la base de su propuesta educativa.

Desde esta perspectiva definió la educación como un proceso destinado a la liberación y el desarrollo de la conciencia crítica. “La gran tarea humanista e histórica de los oprimidos: liberarse a sí mismo y liberar a los opresores”.

Para Freire la alfabetización era la mejor vía para la liberación. Gran parte de su carrera la dedicó a alfabetizar a los adultos. Sus propuestas también influyeron en las nuevas ideas liberadoras de América Latina.

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Entrevista: Paulo Freire: “La educación es siempre un quehacer politico”

Paulo Freire, educador brasileño, partidario de la pedagogía liberadora y de poner en práctica una educación que transforme la estructura de la sociedad, trabaja actualmente en el Consejo Mundial de Iglesias, en Ginebra, y dirige las campañas de alfabetización de adultos de vanos países de Africa. Exiliado de su país desde hace catorce años, puso en práctica sus ideas en el terreno educativo en Chile y otros países de América Latina, en cuyos movimientos guerrilleros y revolucionarios ha tenido una innegable incidencia. Karmentxu Marín realizó en Ginebra la siguiente entrevista

«Experimentamos métodos, técnicas, procesos de comunicación. Superamos procedimientos. Nunca abandonamos la convicción, que tuvimos, de que sólo en las bases populares y con ellas podríamos realizar algo en serio y auténtico. De ahí quejamás admitiremos que la democratización de la cultura sea su vulgarización ni tampoco que, sea algo fabricado en nuestra biblioteca y entregado luego al pueblo como prescripción a ser cumplida. »

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“Escola sem partido” quer apagar Paulo Freire da educação brasileira

Um abaixo-assinado online já tem as assinaturas necessárias para que o Senado Federal discuta a retirada do título de patrono da educação brasileira dado ao educador e filósofo Paulo Freire. Segundo o pedido, a filosofia de Freire “ja demonstrou em todas as avaliações internacionais que é um fracasso retumbante”[sic].

A meta inicial era atingir 20 mil assinaturas em quatro meses, número mínimo exigido para que a proposta se torne uma Sugestão Legislativa, a ser debatida pelos senadores membros da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Mas em apenas um mês, a ideia já conseguiu mais de 21 mil apoiadores.

Agora caberá aos senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa debater e emitir um parecer sobre o assunto. Caso a comissão a aprove, a sugestão se torna proposição legislativa e é encaminhada à Mesa da Casa para tramitar como um projeto de lei.

Manifesto do Coletivo Paulo Freire Por Uma Educação Democrática

Defender Paulo Freire como Patrono da Educação Brasileira é defender nossa produção intelectual, a boa prática pedagógica e o próprio Brasil.

“Não posso ser professor a favor simplesmente do homem ou da humanidade, frase de uma vaguidade demasiado contrastante com a concretude da prática educativa. Sou professor a favor da decência contra o despudor, a favor da liberdade contra o autoritarismo, da autoridade contra a licenciosidade, da democracia contra a ditadura de direita ou de esquerda. Sou professor a favor da luta constante contra qualquer forma de discriminação, contra a dominação econômica dos indivíduos ou das classes sociais.”
(Paulo Freire, em Pedagogia da Autonomia)

“O que não é possível na prática democrática, é que o professor ou a professora, sub-repticiamente, ou não, imponha aos alunos sua ‘leitura de mundo’, em cujo marco situa o ensino do conteúdo. Combater o autoritarismo de direita ou de esquerda não me leva, contudo, à impossível neutralidade que não é outra coisa senão a maneira manhosa com que se procura esconder a opção.”
(Paulo Freire, em Pedagogia da Esperança)

São Paulo, 16 de outubro de 2017.

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Para aderir ao Manifesto basta enviar e-mail para o endereço eletrônico paulofreirepatrono@gmail.com, informando nome, formação, cargo e/ou função. Entidades e movimentos devem apenas enviar o nome.

Paulo Freire é o terceiro pensador mais citado em trabalhos pelo mundo

“Pedagogia do Oprimido” (1968), principal obra do pedagogo pernambucano Paulo Freire, é a terceira mais citada em trabalhos da área de humanas, segundo um levantamento feito no Google Scholar – ferramenta de pesquisa dedicada à literatura acadêmica. O professor associado da London School of Economics, Elliott Green, analisou as obras mais citadas em trabalhos disponíveis na ferramenta, criada em 2004, que é desde então uma referência crescente para pesquisas, graças a sua acessibilidade. Segundo ela, Freire é citado 72.359 vezes, atrás do filósofo americano Thomas Kuhn (81.311) e do sociólogo, também americano, Everett Rogers (72.780). Ele é mais referido do que pensadores como Michel Foucault (60.700) e Karl Marx (40.237).

Chile, a “Pátria Acadêmica” de Paulo Freire

Paulo Freire no Chile (1964-1969)

Na edição anterior do Boletim Unifreire esta seção descreveu o processo de “imigração forçada” do educador Paulo Freire. Sob guarda do Embaixador da Bolívia, Freire deixou São Paulo em setembro de 1964. Pouco tempo depois de sua chegada a Bolívia sofreu um golpe político, o que fez com que, em novembro de 1964, Freire encontrasse asilo político em Santiago, Chile.

Ao instalar-se no país o educador retomou as práticas pedagógicas que haviam sido interrompidas desde sua perseguição pela ditadura brasileira. Foi no Chile que Freire conheceu Jacques Choncol, vice-presidente do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário (INDAP). Choncol lhe ofereceu emprego na instituição. Freire também integrou o Ministério da Educação do Chile e era consultor da Unesco junto ao Instituto de Capacitación e Investigación em Reforma Agrária.

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Freire e a Educação na Guiné-Bissau

Guiné-Bissau, país localizado na costa ocidental do continente africano, foi colonizado pelos portugueses no fim do século XIX. O país permaneceu como colônia até 1974, tendo sua independência marcada por fortes combates entre guineeses e colonizadores. Em 1975, o Presidente Luís de Almeida Cabral, irmão de Amílcar Cabral, convidou Paulo Freire, por meio do Comissariado de Educação, para discutir as bases da colaboração freiriana para o Programa Nacional de Alfabetização da Guiné-Bissau, principalmente no campo da alfabetização de jovens e adultos.

Para Paulo Freire, a ajuda ao país, recentemente independente, deveria ser real e feita por militantes, não educadores “frios” e “objetivos”. Primeiramente, a ajuda real, autêntica, é aquela “em cuja prática os que nela se envolvem se ajudam mutuamente, crescendo juntos no esforço comum de conhecer a realidade que buscam transformar. Somente numa tal prática, em que os que ajudam e os que são ajudados se ajudam simultaneamente, é que o ato de ajudar não se distorce em dominação do que ajuda sobre quem é ajudado.”, relatou o educador no livro “Cartas à Guiné-Bissau: registro de uma experiência em processo”. Era importante olhar para o contexto guineense da década de 70. A Guerra de Libertação, a expulsão dos portugueses, os processos de constituição de um país independente tinham feito com que a população que lá habitava, mesmo com um alto índice de analfabetismo, por volta de 90%, fosse extremamente politizada. Assim, era uma preocupação constante de Freire que sua assessoria para a construção do Programa Nacional de Alfabetização guineense não caracterizasse uma colonização de mentes. As reuniões e visitas à Guiné tiveram sempre um caráter de cooperação mútua, para que educadores/as e educandos/as aprendessem uns com os outros. Daí a escolha de Paulo Freire por educadores que fossem ‘militantes’ e não ‘frios’ e ‘objetivos’. Os educadores, se fossem revolucionários, necessitavam ter uma prática também revolucionária.

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Paulo Freire e a alfabetização na Nicarágua, uma cruzada contra a escuridão

A Nicarágua é um país que pertence à América Central, a região mais estreita das Américas, um país com cerca de 6 milhões de habitantes e que faz fronteira ao Sul com a Costa Rica e ao Norte com Honduras. Um território pequeno em extensão e população, mas gigantesco em contrastes. Um país de beleza natural exuberante, reconhecido como “a terra dos lagos e de vulcões”, privilegiadamente banhado por dois oceanos, Atlântico e Pacífico.

E seu povo? Algo mágico, encantador! Um povo alegre e muito festivo, mas acima de qualquer coisa, um povo resiliente, capaz de seguir adiante em paz e feliz, a despeito de tão longo e profundo sofrimento consequente de grandes feridas, perdas materiais e de vidas humanas ao longo de sua história de guerras e de catástrofes naturais. Capaz de dar ao mundo seus testemunhos, enquanto grande coletivo que continua “lutando” cotidianamente para superar dificuldades, mantendo lindos sorrisos em seus rostos. Em uma muito curiosa maioria, diríamos uma maioria quase assustadora, de risos naturais, leves, doces, indubitavelmente francos. Este sim, talvez seja “um povo semente”, com enorme potencial coletivo para a construção de uma nova humanidade e outro mundo possível. Todavia, ainda hoje, a despeito de tantos esforços e avanços incontestáveis, chegam a ser desoladoras as imagens, quando comparamos aqueles poucos que têm quase tudo com todos os demais nicaraguenses, que têm quase nada… Enfim, dão muito que pensar os aspectos de leveza e doçura, geralmente presentes nos semblantes do povo nicaraguense. 

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