A Setorial de Educação do PT RS está promovendo um ciclo de debates sobre a educação. Serão 4 encontros, sempre às segundas-feiras, no Clube de Cultura (Ramiro Barcelos 1853) com início previsto para às 18h30. As atividades são gratuitas e não é necessário realizar inscrição. *Na primeira atividade* o tema abordado será _os desafios da formação de professoras e professores para a escola do século XXI_.
Participe das atividades e contribua na divulgação.
Mais informações em: https://www.facebook.com/events/2438880722862328/
No es de recibo que la igualdad siga sin aprenderse en la escuela y que, por el contrario, la desigualdad siga patente (en el currículo formal) o latente (en el currículo oculto).
De los tres principios que rigen las democracias modernas –y vigentes aún, en cierto modo– es el de la Libertad el que se enarbola continuamente, para justificar que en las democracias la suerte que corremos cada persona (con derechos y deberes) es producto de la voluntad, habilidad y empeño personales, así es que lo que te vaya bien a ti te lo achacaremos en exclusiva y lo que te vaya mal, también.
Da la impresión de que la falta de recursos y oportunidades nos la hemos buscado. Ello nos convierte en mayorías desempoderadas, mientras las minorías poderosas fomentan el acopio de ganancias, tanto materiales como simbólicas, empobreciendo así a las mayorías. El principio de Igualdad no interesa lo más mínimo a quienes disfrutan del poder, aunque éste sea nimio. En la actualidad tenemos un retrato fehaciente de esta última frase: cuando se vota debemos creer que nuestro voto irá a parar a quien marcamos en la papeleta para que gobierne en nuestro nombre y nos represente con arreglo a lo que votamos. Pero ya sabemos que no es así: que todo depende de los juegos de tronos a donde vayan a parar nuestros votos. Y, puede ser que nuestro propio voto no nos represente a la hora de la verdad.
Menudean y cansan los encuentros educativas donde la nota dominante son las quejas y la retahíla de lamentaciones; la publicación de libros y artículos donde no se hace otra cosa que mostrar la degradación de la escuela actual, añorando la de otros tiempos que se califica de idílicos -una fake news, como se dice ahora-; o los debates educativos donde se acusa al neoliberalismo de ser el causante de todos los males de la enseñanza -otra mentira-. Es evidente que hay quejas y, sobre todo, críticas muy bien fundamentadas, y que hay que estar muy atentos a todas las incursiones y efectos de las políticas neoliberales, pero lo que es frustrante es que en estos espacios casi nunca salen propuestas alternativas en el horizonte de una transformación educativa y social que recoja lo más valioso de nuestro patrimonio pedagógico, mejore el presente y proyecte el futuro, con un ojo atento a la realidad y el otro soñando con la utopía.
9h45 – Primeira mesa – Educação é um direito
Palestrantes:
Prof. Drª Vera Peroni – UFRGS
Prof. Dr. João Batista Saraiva – Fund. Escola do MP/RS
Debates
12h Intervalo
14h – Apresentação Cultural
14h30 – Segunda mesa – Educação é investimento
Palestrantes:
Prof. Dr. Ladislau Dowbor – PUC/SP
Prof. Drª Nalu Farenzena – UFRGS
Debates
17h – Apresentação Cultural
17h30 – Terceira mesa – O desafio da qualidade
Palestrantes:
Prof. Dr. Dante Henrique Moura – IFRS
Prof. Drª Edla Eggert – PUC/RS
Prof. Drª Sônia Rosa – Coordenadora 27 CRE/RS
O Grupo de Pesquisa Relações entre o Público e o Privado em Educação (GPRPPE/UFRGS) realizará a II reunião ampliada de pesquisa com pesquisadores brasileiros e latino-americanos que fazem parte do projeto “A Relação Público-Privado na América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Uruguai e Venezuela”.
Com o intuito de ampliar a participação aos demais pesquisadores da área, realizaremos o II Seminário Redefinições das fronteiras entre o público e o privado: implicações para a democratização da educação, que ocorrerá entre os dias 25 a 28 de novembro de 2019, na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Porto Alegre/RS. Destacamos que serão aceitas somente inscrições de candidatos que tiverem seus trabalhos aprovados.
DATAS IMPORTANTES:
Submissão de trabalhos: de 1 de junho a 15 de julho
Divulgação dos trabalhos selecionados: 15 de agosto
Inscrições vinculada ao aceite de trabalho: de 15 de agosto a 15 de outubro
Para o sociólogo e educador espanhol, governo aposta em discurso de medo, exceção e ameaça para questionar as escolas públicas
O anúncio do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares apresentado pelo governo Bolsonaro no início do mês se apoia em duas narrativas principais: a de que, sob gestão dos militares, as escolas conseguirão resolver a questão da violência – motivo pelo qual o plano considera aplicar a militarização em territórios mais vulneráveis – e ainda produzir melhores resultados educacionais, a partir de mais regras e disciplinas no ambiente escolar.
As justificativas não convencem o sociólogo e educador espanhol Miguel Arroyo, que vê o modelo com preocupação. Para ele, há perguntas anteriores que devem ser feitas antes de substituir educadores e gestores educacionais por militares e levar a lógica da militarização a esses espaços. “Por que há violência nas escolas e qual ideal de educação temos?”, questiona.
Em entrevista a CartaCapital, o educador explica o modelo de escolas militarizadas como parte integrante de uma política vigente de “criminalização dos mais pobres”, que questiona as estruturas democráticas, sobretudo as escolas, a partir de um discurso de medo, exceção e ameaça.
La escuela se concibe como un taller de formación humana; gestión colectiva del centro mediante la participación directa de educadores y educandos en la toma de decisiones.
El MST (Movimento Sem Terra), surge de la articulación de las luchas por la tierra y la reforma agraria en la década de los setenta, con ocupaciones, campamentos, marchas, conquista de escuelas y actividades de formación, etc.
Dispone de una pedagogía que va más allá de cada persona y se funde en la construcción de una identidad colectiva -soy mujer, soy negra, soy campesino, soy educadora,…- que combina teoría y práctica. Para el MST educar es humanizar, es cultivar el aprendizaje de cómo ser humano. Uno de sus retos pedagógicos es lograr una nueva síntesis cultural entre pasado, presente y futuro, compartiendo relatos, palabras y símbolos: los más diversos lenguajes. Por eso siempre está presente la memoria histórica y la utopía.
Entre sus principios pedagógicos cabe mencionar los siguientes: las personas se educan aprendiendo a conocer para resolver; las personas se educan aprendiendo del pasado para proyectar el futuro; las personas se educan en colectividades -de ahí la importancia de la convivencia y la construcción de identidades, valores y conocimientos; se educa a través de la conducta de las personas mayores; la escuela se concibe como un taller de formación humana; gestión colectiva del centro mediante la participación directa de educadores y educandos en la toma de decisiones.
Para ampliar o debate acerca dos impactos dos cortes promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) na educação e seus ataques às Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), a ADUFRGS-Sindical e o Movimento em Defesa da Educação promoveram na terça-feira (24), na sede do Sindicato, a mesa de debate ‘Universidade e Projeto de Nação’, que reuniu diversas entidades na discussão sobre o sucateamento das universidades públicas e dos institutos federais
Para o presidente da ADUFRGS-Sindical, Lúcio Vieira, é necessário que o número de pessoas e entidades envolvidas no debate sobre os ataques às universidades públicas do país seja ampliado e diversificado cada vez mais, a fim de que a discussão saia “de dentro dos muros das universidades”. Segundo Vieira, as mudanças no funcionamento das universidades públicas afetam a sociedade brasileira como um todo e não somente o meio acadêmico. “Queremos levar para a sociedade esse debate, porque o que nós entendemos é que a universidade pública não é um problema somente dos professores ou dos alunos, é um problema da sociedade. As universidades são instituições do estado brasileiro, portanto cabe à sociedade reivindicar sua preservação e a definição no seu papel no projeto de desenvolvimento do país”, disse Vieira ao Sul21.
Entre todos que viram e sabem, os falsos reis dominarão pra tirar direitos, escolas, dinheiro, esmola do seu cidadão pra cegar o brilho dos olhos, quebrar tuas pernas para não caminhar pro futuro onde existe igualdade e persiste até o final Eles querem até parcelar, roubar, matar pra não trabalhar juntando fortunas roubadas daqueles que ralam pra alcançar Eles querem até ditar quem devemos amar, roubando na cara de pau achando que o povo é bagual Houve um assassinato, mataram a educação, levando o futuro do jovem que buscava a solução pra fome, pra violência, pra corrupção. A mídia é malandra, só exibe o que quer, lava a tua mente, te fazendo andar de ré. Dinheiro roubado, imposto elevado, o rico entra solto e o pobre é condenado Eleito bem feito, vendeu o teu voto por 20 reais, agora reclama da segurança e dos hospitais Do colégio fechado, o jovem assaltado, cratera na rua, ensino comprado, a passagem tava bem alta e deram fermento pra ela crescer E as escolas cada vez menos, é onde devemos upar e crescer Eles querem te dominar, mais burro deixar, pra te calar porque sabem que juntos somos mais fortes, difíceis de dominar A mídia é malandra só exibe o que quer, lava a tua mente, te fazendo andar de ré Não é só o mosquito que eles tem que pesquisar, os vermes tão no comando, ditando, roubando, usurpando o poder. Todos dizem que sabem, mas não fazem nada pra combater a fome, a violência, a corrupção, em meio a tudo isso, teus filhos crescerão. Não espere perder um dos teus pra se levantar e lutar Tarde demais, não adianta mais. Tarde demais, fulano se elegeu.
Por la defensa de la jubilación (de las pensiones) y de la escuela pública; y contra la privatización y la censura. Y por muchas más cosas.
Asisto a la jornada de protesta del 13 de agosto de Gravataí, un municipio de Rio Grande du Sul. El paro docente y las manifestaciones se extienden por medio país. En Gravataí unos 300 estudiantes de secundaria, que también han convocado esta jornada en defensa de la educación pública, marchan a primera hora de la mañana, bajo una enorme pancarta. “No mates nuestro futuro”. Gritan consignas contra la reforma de las pensiones y los recortes en la educación pública y a favor del colectivo docente: “El profesor es mi amigo, se metió con él, se metió conmigo”. Jair Bolsonaro siempre está en el foco de las críticas: “Quiero estudiar para ser inteligente, porque de burro ya basta con el presidente”
A partir de las 14 horas, empieza la concentración final en Porto Alegre, la capital gaucha, frente al palacio del gobernador. La convoca, entre otras organizaciones, CPERS, el sindicato de los trabajadores y trabajadoras de la enseñanza estatal. Junto al profesorado están los estudiantes y otros sectores del funcionariado y de la clase trabajadora. Se suceden los discursos y las consignas. Hay un relato general coincidente: la educación no está en venta y merece respeto; y una exigencia muy concreta: la defensa de las pensiones públicas y la oposición a cualquier reforma.