Des que va néixer l’STEI al’àmbit de l’ensenyament,ara fa més de 40 anys, enplena formació de la demo-cràcia, sempre hem tingutcom a objectiu prioritari ser interlocutorsdirectes en la construcció del discurs pe-dagògic del nostre sistema educatiu. ca-lia modernitzar l’escola per, també,contribuir a modernitzar la societat.
Os damos la bienvenida a esta nueva publicación que tiene como objetivo mostrar nuestro compromiso en el ámbito de la solidaridad y de la cooperación internacional.
No es fácil enfrentarse a un papel en blanco con la intención de acercar a las lectoras y lectores un sin fin de experiencias que compartimos con las personas voluntarias que se unen a nuestro trabajo en los países empobrecidos. Queremos expresar las esperanzas, los miedos, las ideas preconcebidas y sobretodo las expectativas que se generan. Eso sí, plagadas de matices si se quiere analizar de la manera lo más objetiva posible.
También encontraréis en esta publicación un análisis del camino que hemos iniciado hace seis años con el diseño de una plataforma Moodle solidaria de formación de docentes en Latinoamérica.
Está disponível em português, para download gratuito, a obra ‘Njinga Mbande: Rainha do Ndongo e do Matamba’, uma publicação digital sobre uma das lideranças mais expressivas que Angola já teve, um marco de governança feminina fora do comum, que se revelou como negociadora e diplomata ímpar, além de apresentar táticas de guerra e espionagem importantes para resistir aos projetos de colonização portuguesa.
O e-book é uma produção da Unesco – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, publicado em 2014, por meio da Divisão das Sociedades do Conhecimento – Setor de Comunicação e Informação, com apoio da Divisão para a Igualdade de Gênero, com financiamento do Governo da República da Bulgária.
Além de conteúdos descritivos, a publicação também conta com dossiê pedagógico e uma história em quadrinhos qua ajudam a compreender e trabalhar melhor com a biografia abordada. Ao todo, são 56 páginas que, ao tratar da história da personagem principal, também faz conexões com a história de Angola e seus desafios, como o tráfico de escravizados(as), construção de identidade da população e como a figura e atitudes de Njinga inspiraram diversas religiões de origem africana.
Você pode baixar a edição gratuita, clicando aqui. Entretanto, também é possível comprar a edição impressa através da internet, no site da Editora Cereja, que também traz os outros títulos da série. Infelizmente, o portal Universo Educom não encontrou outras edições da Série Mulheres na História da África, em língua portuguesa. Entretanto, listamos as edições disponíveis em Inglês e Francês.
Capa: Reprodução/ Cereja Editora.
Wangari Maathai e o Movimento do Cinturão Verde
Fundadora de uma ação que incentiva pessoas, sobretudo mulheres, a plantar árvores para enfrentar o desmatamento e a degradação ambiental. Foi a primeira mulher africana a receber um Prêmio Nobel (2014).
Funmilayo Ransome-Kuti e a União das Mulheres de Abeokuta
Fundadora de um grupo que ultrapassou o número de 20 mil mulheres participantes: a Associação das Mulheres de Abeokuta, uma das mais impressionantes organizações do século 20!
Zhenyi no se resignaría a quedarse en casa mientras su vida pasaba haciendo el papel que los demás le obligaban a actuar.
«Se hace creer que las mujeres son iguales que los hombres.
¿No estás convencido de que las hijas también pueden ser heróicas?»
—Wang Zhenyi
«¿Mujer genio?, ¿cómo es eso?, ¿ y mejor que Da Vinci? ¡Imposible!», es lo que piensa un lector habitual. Pero al leer el resto de la historia, entenderá por qué sus prejuicios no tienen cabida en la realidad, y que desconoce a una de las mentes más geniales de todos los tiempos.
Entre sus logros intelectuales como astrónoma está haber demostrado el movimiento de los equinoccios y el cálculo exacto de sus movimientos. Su incansable observación del Sistema Solar le hizo recopilar estudios sobre los planetas y el astro luminoso. Entre los doce libros que escribió en este campo del conocimiento se encuentran; Sobre la longitud y las estrellas, así como, Sobre la explicación de los eclipses lunares y Sobre la procesión de los equinoccios.
Mais que uma data comemorativa, o Dia da Mulher é um manifesto das conquistas políticas, sociais e econômicas das mulheres ao longo dos anos.
Abordar esse dia nas escolas é muito importante para reafirmar e promover as vitórias da busca por direitos e igualdade. Além disso, o momento é necessário para debater questões como a igualdade de gênero e empoderamento.
A escola tem papel importante de motivação a busca pela igualdade. No Dia da Mulher, ou durante a semana da mulher, incentive debates que desconstruam imagens estereotipadas do que é ser mulher.
Fale também das funções sociais as quais estão expostas: seja na escolha de um brinquedo ou de uma profissão.
Vale ressaltar que as ações podem ser estendidas por todo o ano letivo, tendo em vista a relevância do tema. A data deve ser um impulso para olhar o mundo sob perspectivas igualitárias.
Há 87 anos, no dia 24 de fevereiro de 1932, as mulheres brasileiras garantiram o direito ao voto.
Há 87 anos, no dia 24 de fevereiro de 1932, asmulheresbrasileiras garantiram o direito ao voto. A vitória foi alcançada depois de mais de 50 anos de mobilização do movimento feminista, que se organizou na luta pelos seus direitos políticos e pelo respeito a cidadania das mulheres, antes mesmo da proclamação da República.
Após intensa campanha nacional, o voto feminino e secreto foi introduzido no Código Eleitoral Provisório elaborado durante o governo de Getúlio Vargas, 2 anos após a Revolução de 30, e instaurou uma nova fase na participação das mulheres na política brasileira.
A bióloga e feminista Bertha Lutz se consolidou como um dos principais nomes na luta pelo sufrágio feminino no Brasil. Com influência do movimento feminista europeu, que ganhou força nas primeiras décadas do século 20, Bertha fundou a Frente Brasileira pelo Progresso Feminino e liderou as articulações pelo direito das mulheres ao voto.
Porém, antes dela, outras mulheres já atuavam nesta mobilização e ajudaram a abrir as portas para que finalmente o direito ao voto fosse garantido em 1932. O caminho percorrido foi longo e cheio de obstáculos, conforme contam as pesquisadoras Schuma Schumaher e Antonia Ceva no livro Mulheres no poder: trajetórias na política a partir da luta das sufragistas no Brasil(Edições de Janeiro, 2015).
“A luta pelo voto é uma etapa das diferentes lutas das mulheres. Agora essa luta está num estágio da questão reprodutiva, da sexualidade, da autonomia do corpo. É um processo constante, e o direito ao voto também faz parte disso”, explica a socióloga Fátima Pacheco Jordão, fundadora do Instituto Patrícia Galvão.